novembro 30, 2015

Estados Unidos, 5 coisas que ninguém conta sobre restaurantes.

Coisas que acontecem todos os dias nos restaurantes americanos e ninguém comenta.

1. Restaurantes de toda nacionalidade
Mesmo em cidades menores como a que eu moro é possível encontrar restaurantes de todos os tipos de comida. De tailandesa, coreana, mexicana (em todas as esquinas), italiana, grega e até, brasileira! Isso porque os americanos comem fora desde muito antes da gente ter entrega à domicílio de pizza.

Os mais conhecidos fastfoods nos EUA.
2. Restaurantes fastfood e sitdown
No Brasil, para ser fastfood o lugar precisa ter cadeiras de metal grudadas nas mesas, guardanapos baratos. Aqui é um pouquinho diferente, mas mantêm a inconfundível fila no caixa para pedir a comida. Ao contrário, o sitdown, como o próprio nome diz é onde você senta e pede a refeição. É um pouco mais refinado, como o Olive Garden ou o Cheese Cake Factory que ao contrário do nome não é um lugar onde só vendem tortas doces.

3. Etiqueta
Algumas regras são semelhantes outras não. Uma coisa visível é eles seguirem mesmo aquela do guardanapo no colo. Mesmo que seja um pequenino e vagabundo, os americanos vão colocar ele no colo. O diferente também é ver todos na mesa com a mão esquerda embaixo da mesa, no colo seguindo o estilo inglês. Nós brasileiros seguimos o estilo francês, a duas mãos sobre a mesa, mas nada de cotovelos. Outra coisa diferente é que muitos americanos aprenderam a sorver (verbo trans. direto, beber aspirando com ruído) como os asiáticos, ou seja, eles fazem um barulho alto quando tomam sopa, chá ou bebidas quentes.

4. Toda comida tem pimenta
Ainda sobre hábitos alimentícios, tirando os sanduíches, comer por aqui é como ir ao nordeste do Brasil, sempre tem pimenta! Geralmente pimenta do reino, aquela poerinha preta que você vai ver em cima de tudo. T-u-d-o! Eu também já tentei pedir para não colocarem pimenta e o garçom respondeu que não ia colocar. Tudo bem, mas não explicou que a iguaria estava previamente marinada... com pimenta, é claro!


Aliás é assim que você pede o ponto da carne por aqui.
5. Carne x peixe
Em todo restaurante, a carne vermelha sempre é previamente temperada (marinated) com antecedência, mas o peixe não. De preferência vão trazer a carne deve bem passada, mas o peixe vai vir para a mesa quase cru. Se não for assim muito americano reclama! Vai entender...


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novembro 27, 2015

Joinville II

Foto divulgação internet.

A viagem de ônibus leito faz o passageiro chegar descansado, para trabalhar ou divertir-se em excursão. Joinville surpreende mais uma vez! Em pleno outono, no sul do Brasil, um calorzinho de fazer inveja à vovó recém-chegada das montanhas de Minas. Ah se ela pudesse levar para lá esse clima...

Como tivesse trazido na excursão só blusas de mangas longas, teve de pegar a tesoura e recortar algumas para sentir-se melhor. Teve de comprar uma sombrinhona também. Sombra, sombrinha, sombrona? Já não lembrava mais essa aula de Língua Pátria, mas resolveu que não tomava chuvisco à tardinha, e nem recebia os raios solares ultravioletas do dia. Para tanta diversificação, a sombrinha virava guarda chuva na boa.

Também aquele cartaz lido no portão da garagem do vizinho tinha sua linguagem própria e era entendido por todos. Pelo menos vovó não viu nenhum carro atravancando o acesso do proprietário motorizado. Aliás, nem viu outro aviso tão diretamente alertador: ESQUEÇA O CÃO BRAVO. AQUI RESIDE UM “PROPRIETÁRIO FEROZ”! EU MURCHO OS 5 PNEUS, CHAMO O GUINCHO E AVISO A POLÍCIA. ESPERO QUE ENTENDA SEM PRECISAR DE DESENHO! GRATO.

Na churrascaria leu outras frases espalhadas pelas paredes, só que do tipo muito bem humoradas: “aqui tem carne grelhada, cerveja gelada, flamenguista animada!” e mais esta, “bebo pra ficar ruim. Se fosse pra ficar bom eu beberia remédio”.

Vovó é atenta à cultura do lugar onde está.

Em Joinville o pessoal cumprimenta com entusiasmo, atende com presteza o freguês, recebe o turista de braços abertos e não se importa de parar o que está fazendo para explicar a quem está se sentindo perdido na localização de ruas nomeadas com tantas consoantes e tão poucas vogais!





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Elisabeth Carvalho Santos desde alfabetizada lê tudo que aparece à sua volta. Depois de aposentada professora (não de Português) resolveu escrever. Colabora com o jornalzinho da família, participa de concurso cultural e coleciona seus textos para publicar oportunamente. Os assuntos brotam de suas observações, das conversas com amigos e são temperados com pitadas de imaginação e bom humor. Costuma afirmar que "escrever é um trabalho prazeroso e/ou um lazer trabalhoso que todo alfabetizado deveria experimentar algum dia".  

novembro 23, 2015

Já garimpou os brechós ou bazares da vida?

O Fabuloso look de Hortência Fonseca...

Já garimpou algo em brechós ou bazares por aí?

Hortência já...  E olha no que deu:


Uma superprodução!


Hortência Fonseca (19 anos) é campanhense, MG, mas mora em São Paulo, SP estudou Moda por um tempo e se mantêm antenada sobre o assunto. Tivemos a oportunidade de trocar ideia sobre roupas de brechós e bazares, a temática do último post aqui e elaboramos uma mini entrevista para divulgar aqui no blog:

A Moda ainda faz parte dos seus interesses?

Hortência: Faz, a moda sempre me interessou e sempre vai me interessar, acho muito interessante e mágica toda essa coisa do vestir, inconscientemente a gente mostra bastante da nossa essência, do nosso humor através das nossas roupas. Fascina-me muito.

O que é o brechó e o bazar na moda? Quem trabalha com a moda tem uma relação mais forte com esse tipo de opção?

Hortência: A meu ver o que mais representa é que a moda é um ciclo, que tudo que já "saiu de moda" e em algum momento com certeza vai voltar. Isso depende bastante do perfil da pessoa e da área em que ela trabalha, mas acredito que podemos dizer que sim, normalmente peças de brechós são exclusivas.

O que é essencial na moda e em se vestir para você?

Hortência: O essencial é estar bem com si mesma, se sentir bonita, se sentir confortável.



Fica a dica de Hortência:

Existem Bazares e brechós para todos os gostos, estilos e bolsos, mas o essencial é GARIMPAR, sim, procurar meticulosamente... Porque são milhões de peças e quando olhamos para aquilo tudo ficamos confusos, mas, com paciência e vontade conseguimos encontrar peças únicas que irão compor nosso guarda-roupa e looks por muito tempo.


Mais posts da Amanda você vê aqui.


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Amanda é estudante de Filosofia e mora em Ouro Preto – MG. Lança no mundo um olhar contemplativo e é por isso que pode trocar informações e curiosidades sobre tudo o que gosta e experimenta: ideias, arte, saúde, ética, estética, e o principal: pessoas, além de lugares e natureza.

novembro 20, 2015

Bonequinha, bonequinha.

Bonequinha de porcelana.

Num convívio pacífico lá estão no Guarda Louça da titia: preto velho com seu cachimbo; Iemanjá Rainha das Águas; Santa Terezinha; e perdida no meio de copos, licoreira e compoteira, uma bonequinha branca.

Com cara de menininha, já completou 76 anos!

Graciosa, embora com vestido fora de moda, olha, pisca e dorme com seus olhos azuis de contas!

Visitantes curiosos querem saber da dona da casa (e da cristaleira) se não haveria lugar mais adequado para aquela princesinha.

Não. O tempo dela de estar nos braços de uma criança já passou.

Passou também seu tempo de moradora de uma caixa de brinquedos.

Restou-lhe o tempo que tem vivido: exposta naquela quase vitrine.

Não há olhar feminino que não seja atraído pelo seu olhar sonolento.

Querem dar-lhe um banho... Mas se o batom sair, quem vai pintar-lhe? E se a cola da emenda das duas bandas de plástico soltar-se, que habilidosas mãos vão consertá-la?

Querem trocar sua roupinha amarelecida pelo tempo... Não podem descaracterizá-la! Tem origem francesa seus tecidos e adornos nos cabelos.

Então ... que fique lá!

Encantada e encantadora aguardaria o beijo do príncipe?

Ninguém sabe ao certo o que ela deseja para o futuro, ou qual será seu destino.

Um museu de brinquedos? Lá sumida na sua pequenez, na prateleira de grandes e suntuosas bonecas?

Vai mudar de casa e de dona? Vai achar gente boa que nem os que a rodeiam agora?

O futuro é uma incógnita, embora alguns sonhem em oferecer-lhe outra vida: de neném, menininha ou de madame.

Até hoje o que ninguém sabe ao certo é, se ela vai aceitar...



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Elisabeth Carvalho Santos desde alfabetizada lê tudo que aparece à sua volta. Depois de aposentada professora (não de Português) resolveu escrever. Colabora com o jornalzinho da família, participa de concurso cultural e coleciona seus textos para publicar oportunamente. Os assuntos brotam de suas observações, das conversas com amigos e são temperados com pitadas de imaginação e bom humor. Costuma afirmar que "escrever é um trabalho prazeroso e/ou um lazer trabalhoso que todo alfabetizado deveria experimentar algum dia".

novembro 18, 2015

Cinquenta tons de glúten

Vai viajar para os Estados Unidos e não sabe quais produtos contém ou podem conter glúten? Não vai viajar, mas vive comprando produtinhos americanos? Imprima essa bem-humorada lista e fique atenta.



Quibe de forno sem glúten


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ATENÇÃO
Todo o material escrito na seção ALERGIA tem somente a intenção de informar com referências. Você não deve de jeito algum deixar de conversar e comunicar seu mnédico sobre suas decisões de trocar ou parar de tomar qualquer remédio, suplemento ou começar a fazer qualquer tratamento diferente do que foi passado por ele. Por favor, use o bom senso, faça sua própria pesquisa. Consulte seus especialistas quando resolver fazer alguma substituição que afete sua vida.

novembro 16, 2015

How about taking fashion to a next level? Iodine bindi for Indians.


Life Saving Dot is the right name for it is the most fashion recognizable Indian accessorie. An iodine bindi came to fill a gap between the women in India and a healthy body. Watch this video to understand this great idea.



Buying local, helping the family of farmers.

novembro 13, 2015

Conversa ao portão

Quadro quebra-cabeças feito pela Beth.

Parecia uma festa! Juntou-se a vizinhança no portão da Juliana para receber de volta o cãozinho sumido que alguém veio entregar.

Foi só o carro estacionar e uma dúzia de pessoas, maior parte crianças, tentando olhar mais de perto, sem conter a alegria.

Era o Bob mesmo, que estava chegando depois de ter desaparecido por três dias deixando uma família inconsolável. Muitos tinham sido os esforços para localizá-lo:

Aviso pregado no poste, falado no rádio, amigos perguntando aos conhecidos nos quatro cantos da cidade, mobilização geral enfim, e nada... Até que ao final de setenta e duas horas, um telefonema acabou com a agonia do sumiço de um bichinho de estimação muito, muito querido mesmo.

Juliana tem três filhos. Para os maiorzinhos entenderem o drama até que não foi difícil. Difícil foi acalmar o pequetito, a todo o momento perguntando do Bó. Explicar-lhe que “o Bó foi ‘bóra” era muito triste. A criança ia até à casinha do cachorro e chamava-o tentando estalar os dedinhos.

 Comentar, naquele ambiente, as possíveis suspeitas sobre o desaparecimento ficou terminantemente proibido. Até o pai da família andava entristecido sem a algazarra das crianças e o cachorrinho correndo ao seu encontro ao chegar do trabalho.

Quem achou o Bob perambulando na rodovia foi um caminhoneiro. Tinha acabado de ouvir no rádio da cabine sobre o cãozinho sumido, quando teve de diminuir a velocidade para não atropelar outro cão. Estando nas proximidades de um posto de gasolina com restaurante achou por bem parar, e almoçar. Percebeu então que um cachorro o seguia, e tinha uma coleira. Chamou-o de Bob, e o animalzinho abanou o rabo. Apontando para o Bob, perguntou ao frentista a quem pertencia o cão. Ouvindo a resposta:

_ É mais um dos animais abandonados perto de um lugar que serve alimentos. – caiu-lhe a ficha! Só pode ser o tal cachorrinho sumido.

O resto foi fácil: dois ou três telefonemas, um pão de queijo de isca, cinco quilômetros desviados da sua rota, para ver o problema solucionado. Não quis gratificação por ter se sentido pago pela felicidade de toda aquela gente aguardando o Bob ao portão.

Quem quer saber o resto da história poderá imaginar...

Particularmente gosto de pensar que se cachorro falasse, Bob explicaria assim:

-Não sou criança mais. Saí atrás de uma cadelinha linda e cheirosa, mas não soube voltar. Da próxima vez levarei um GPS.




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Elisabeth Carvalho Santos desde alfabetizada lê tudo que aparece à sua volta. Depois de aposentada professora (não de Português) resolveu escrever. Colabora com o jornalzinho da família, participa de concurso cultural e coleciona seus textos para publicar oportunamente. Os assuntos brotam de suas observações, das conversas com amigos e são temperados com pitadas de imaginação e bom humor. Costuma afirmar que "escrever é um trabalho prazeroso e/ou um lazer trabalhoso que todo alfabetizado deveria experimentar algum dia".

novembro 11, 2015

Você precisa aprender inglês para viajar nos Estados Unidos.


Se eu pudesse voltar no tempo, exatamente quando estava no colégio, eu diria para as professoras de inglês que tive ao longo dos anos, todos os anos...

_Professora, sem querer ofender, chega de falar do verbo to be. Que tal irmos para os phrasal verbs?

Pois é, gente, aqui nos Estados Unidos faz falta, muita, muita mesmo!

Por isso eu costumo assistir os vídeos do Steve. No vídeo abaixo ele fala de phrasal verbs na viagem dele ao Brasil. Sim, ele é casado com uma brasileira.




Veja o primeiro post sobre phrasal verbs aqui.

Inglês americano no posto de gasolina.

novembro 09, 2015

Água de coco nos Estados Unidos, como abrir o coco?

Sentido horário, água de coco engarrafada/enlatada, o raríssimo coco verde e coco jovem.

Eu mostrei neste post aqui onde é possível achar comidas brasileiras se a cidade que você vai visitar não tem mercado brasileiro. Agora vou ser mais específica e falar da água de coco que encontramos aqui no sul dos Estados Unidos.

Nos mercados é possível encontrar algumas marcas de água de coco enlatadas, engarrafadas ou em caixas longa vida. Foi moda nas academias há alguns anos e parece que pegou. Por isso você vai encontrar vários sabores e todos têm a mesma intenção, encobrir o sabor meio salgado (salobra) da água. Sendo bem imparcial, elas são ruins, a brasileira é melhor. =)

Coco verde é a coisa mais rara de se encontrar por aqui no sul, em outros lugares pode até ser que tenha, Califórnia? Nunca comprei porque aqui eles parecem velho e não teria como abrir. Não, eles não abrem o coco como os vendedores fazem no Brasil.

Uma amiga americana que odeia água de coco, experimentou um coco em Copacabana e para encurtar a história, fiquei sem minha água de coco. Ela costuma comprar dessas enlatadas para o marido e disse que o que vendem nos Estados Unidos não tem nada a ver com água de coco. Mais um ponto para o Brasil!


Outra opção é comprar o coco seco, mas é bem difícil de achar. Só vi umas duas vezes no mercado. Vamos então ao coco jovem que não é nem verde, nem seco; é young. Tem polpa, como dizem "carne" ela é mais durinha e grossa. Algo no meio do caminho entre o coco seco e o coco verde. A água é razoável, a polpa é estranha, simples assim.

Agora vamos ao vídeo para ver como você vai abrir seu coco jovem nos Estados Unidos.



Água de coco do bem, natural do Brasil.


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Todo o material escrito na seção ALERGIA tem somente a intenção de informar com referências. Você não deve de jeito algum deixar de conversar e comunicar seu médico sobre suas decisões de trocar ou parar de tomar qualquer remédio, suplemento ou começar a fazer qualquer tratamento diferente do que foi passado por ele. Por favor, use o bom senso, faça sua própria pesquisa. Consulte seus especialistas quando resolver fazer alguma substituição que afete sua vida.

novembro 06, 2015

Jarbas e Mariluce

Quadro mandala da Beth. Faça sua encomenda!

A cada ano de casados uma festa!

Perguntados sobre a comemoração festiva, se seria a “vida a dois” tão boa assim, respondiam:

_ Não é um mar de rosas. Os ajustes das “almas gêmeas”, dos “nascidos um para o outro” são diários. Não é uma questão de pedir ou dar perdão, mas de reconhecermos nossas próprias falhas, e desculparmo-nos com palavras, obras ou correções. A festa é um prêmio pelo empenho havido na resolução dos impasses. Nada mais.

_ Acho estranho isto de acharem tanta diferença entre pedir desculpa ou pedir perdão...

_ Estipulamos para a nossa convivência a partir do filme “Love Story” onde ouvimos pela primeira vez a frase: “Amar é jamais ter que pedir perdão”. 

Demos à palavra perdão um valor maior, usada então para falhas graves. E as desculpas ficaram para todos os outros momentos de mágoas. Afinal no dia a dia de vida comum, estresses são inevitáveis, mas provocados voluntária ou involuntariamente devemos nos desculpar. Assim sendo fica muito mais fácil a convivência harmoniosa.

É um trecho de entrevista sim, com um casal comemorando Bodas de Rubi.

Li, gostei, transcrevo e comento: _ Embora não sendo igual a um bolo... é uma boa receita, onde cada casal elegerá ingredientes, medidas e modo de fazer, de acordo com o gosto. Aliás, pode-se usar o que se tem, acrescentar o tempero desejado por ambos, mas nunca esquecer o amor! 

Aquele carinho especial de querer ver o outro sorrir feliz ao sentir-se cuidado, respeitado, amado enfim.

Repito: _ Mesmo não sendo receita de bolo, em que seguindo direitinho vai-se acertar sempre, tem que ter algo a enfeitá-lo! Morango, ameixa, cereja ou flores... simbolizando o que cada casal almeja para serem verdadeiramente um par até o final da estrada que juntos percorrerão.

Ia me esquecendo de desejar ao casal de amigos, Mariluce e Jarbas: Feliz Aniversário de casamento!





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Elisabeth Carvalho Santos desde alfabetizada lê tudo que aparece à sua volta. Depois de aposentada professora (não de Português) resolveu escrever. Colabora com o jornalzinho da família, participa de concurso cultural e coleciona seus textos para publicar oportunamente. Os assuntos brotam de suas observações, das conversas com amigos e são temperados com pitadas de imaginação e bom humor. Costuma afirmar que "escrever é um trabalho prazeroso e/ou um lazer trabalhoso que todo alfabetizado deveria experimentar algum dia".  

novembro 04, 2015

Aprendendo a lidar e conviver com pessoas agressivas e passivo-agressivas

Mimi & Eunice ♡ 2015 Mimi and Eunice. Copying is an act of love. Please copy and share.

Aprender a lidar e conviver com pessoas agressivas é parte do aprendizado de cuidar-se frente aos passivos-agressivos também. Então vamos logo ver algumas respostas pertinentes para os raivosos do cotidiano.

Usar a expressão acalme-se nem sempre ajuda por isso alguns tentam explicar o que pode ter acontecido do outro lado. Muitos se juntam à fúria alheia explorando o próprio labirinto de inconformidades, enquanto uns poucos ficam em silêncio. Todas essas são reações humanas que nem sempre resolvem.

O que fazer então? Estas são algumas ideias para você aprender a lidar com os contratempos.

Quando não quero me envolver.

Diga "Eu sei como é isso e sinto muito que tenha acontecido com você." Esse encaminhado é o que mais escuto aqui nos Estados Unidos e ajuda mesmo a pessoa a se sentir entendida sem  te envovler ou parecer que não se importa. Ouça um pouco, mas como nem sempre é bom fingir que concorda veja se não tem algo mais importante para fazer e saia verdadeiramente dizendo "eu tenho que ir ao ... mas espero que tudo se resolva da melhor maneira possível.

Quando quero ajudar

Fale "Você deve estar furioso, o que vai fazer a respeito?" Isso ajuda a pessoa a sair da situação de raiva cíclica encorajando para uma ação positiva a respeito. Continuando na ajuda você pode perguntar onde ela pretende chegar ao final da crise e como ela pensa em chegar lá. Então ofereça ajuda nos pontos onde tem certeza que pode ajudar.


Quando você não tem nada a ver com o problema e quer se afastar da situação

Comece com "Quero te ajudar, mas é difícil fazer isso com todo esse ataque sobre mim." Duas situações fazem a pessoa descarregar em você, uma é porque você aceita, a outra é por confiar o suficiente que você vai a perdoar depois. Então se você não disser nada tudo vai continuar igual. Arrume um jeito de dizer o que acontece sem que a pessoa fique com raiva de você. Nesse caso, fale na primeira pessoa, usando o "eu" ao invés de "você" é provável que ele não fique na defensiva (desde que não seja um passivo-agressivo), mas seja calmo e paciente porque é provável que ele não tenha conhecimento do que faz.


Quando você quer quebrar o silêncio e voltar ao normal

Indique que percebe algo "Está estranho, podemos falar sobre isso?" Confrontar um passivo-agressivo (veja mais sobre o assunto aqui) é como brincar de esconde-esconde. Você nem sempre vai saber de verdade o que causa essa atitude e às vezes dá trabalho trazer à tona as razões da raiva. Tente mostrar que você realmente quer consertar o que há de errado entre vocês o que pode levar à um pedido de desculpas ou ter que dedicar mais atenção ao raivoso. Entretanto se não sentir receptividade, faça o seu melhor e mantenha o relacionamento na base do profissional. Condescendência pode sugerir culpa da sua parte que vai trazer mais raiva para cima de você.


Quando é melhor acalmar antes de falar sobre o assunto

Dizer "Eu não sabia que isso te deixaria tão nervoso. Vamos falar disso depois." Quando a raiva toma conta, a racionalidade vai embora. Dar um tempo para o outro pensar é importante para trazer um pouco de razão para a cena. Enquanto isso, lembre-se que a raiva não é para você e ajude o outro a investigar de onde vem o sentimento voltando para a conversa com mais critério. Se, mesmo pedindo um tempo, a pessoa continuar falando, deixe que ela ventile um pouco antes de voltar à conversa.


Quando você precisa do perdão porque foi sua culpa mesmo

Pedir desculpas "Se eu machuquei você, deixe-me consertar a situação." Pare de se defender da besteira que fez e tente consertar o que fez. Existem grandes manuais explicando como se desculpar. Pode não ser fácil falar quando os sentimentos estão aflorados, então acalme-se e acalme a pessoa que quer pedir desculpas. Deixe ela falar se for necessário para esvaziar a raiva então use a empatia para considerar o que está sendo falado. Seja paciente com tudo o que está sendo falado e lembre-se que pode demorar para ser perdoado ou esquecerem o que você fez de errado.


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Artigo adaptado do original Unstuck para o aprendizado de todos os que convivem com pessoas raivosas, sejam agressivas ou passivas-agressivas. Clique para ler em inglês 6 ways to deal with an angry person (6 maneiras de lidar com quem está com raiva).

novembro 02, 2015

Moda e consumo sustentável combinam?

Brechós e bazares estão aí para mostrarem que um look sustentável é possível...

Certa vez ouvi falar que moda é o que não está na moda. Faz sentido, não faz? A moda sempre volta e se constrói daquilo que já esteve no auge algum dia...


Compartilho da opinião de que mais importante do que estar na moda é a manifestação do estilo próprio ao mesmo tempo em que nos sentimos bem com aquelas roupas que vestimos.


Para se vestir bem, de forma confortável e agradável apesar de podermos nos inspirar no talento e na criatividade de estilistas famosos para compormos um look, não é necessário recorrer às novas coleções de grifes ou marcas famosas, nem mesmo gastar horrores em lojas por aí. Podemos muito bem garimpar algo aqui e ali em brechós e bazares. Fora que já existem  feiras sustentáveis de trocas de roupas, acessórios e outras coisas bombando em vários lugares, isso é moda no Canadá desde a década de 80!


Existem brechós e/ou bazares por toda parte, até nas cidades mais pequeninas, já vi em São Thomé das Letras, subindo para o Larica’s Bar, ao lado daquele pão de queijo, é uma “Loja- Brechó – Café” de muito bom gosto que vende cds, roupas, calçados, incensos entre outros. Tem também na rodoviária de Cambuquira – MG Bazar de uma ONG que cuida dos animais de rua (peças únicas por preço de moedas); em Campanha existe o Bazar Beneficente da Vila Vicentina na Rua Comendador Paula Ferreira, 30, Centro (funciona das 12h30 às 16h). Em Ouro Preto - MG existem muitos, mas destaco o Bazar do Lar São Vicente de Paula localizado na Rua Doutor Furtado de Menezes, Cabeças, em frente à FAOP e o da Igreja Batista localizado na Rua Padre Rolim, n 1171, bairro São Cristóvão,  que funciona todas as quartas das 15h30 às 19h, lá qualquer peça custa R$ 1,00, dá para acreditar?

Pedacinho do Bazar da Vila Vicentina de Campanha- MG

Peças que encontrei nos bazares citados. Obs: A mais cara foi de R$ 5,00, o resto foi 1,00 e 2,00.

Os Bazares beneficentes sempre estão aceitando doações, e quem vai com o intuito de adquirir peças únicas para compor seu guarda-roupa, além de entrar em uma vibe de consumo consciente/ sustentável tem a oportunidade de estar ajudando alguma entidade que realmente precisa.

Se você ainda tem duvidas de que podemos montar um look chique com peças de brechó e bazar se liga aí.


É tão único que duas amigas de Sampa vieram para Minas Gerais para garimpar peças VINTAGE e deu nisso.



Mais posts da Amanda você vê aqui.


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Amanda é estudante de Filosofia e mora em Ouro Preto – MG. Lança no mundo um olhar contemplativo e é por isso que pode trocar informações e curiosidades sobre tudo o que gosta e experimenta: ideias, arte, saúde, ética, estética, e o principal: pessoas, além de lugares e natureza.