março 31, 2015

Django livre, o filme que mostra a escravidão no sul dos Estados Unidos

Dicas do Sul dos Estados Unidos

Django Livre, filme de 2012

11. Filme de Tarantino sobre a época escravocrata americana  (leia os outros tópicos aqui)

Escrito por Quentin Tarantino o filme conta a história de Django, um escravo que encontra a liberdade depois de trabalhar para um caçador de recompensas nos Estados Unidos.

Estrelado por  (Django) (dentista alemão Dr. King Schultz) (Calvin Candie) e Kerry Washington (Broomhilda) a película estilo faroeste americano começa quando Django é encontrado pelo caçador de recompensas Dr. Schultz. O alemão é um ex-dentista que está em busca de 3 homens procurados pela justiça americana.

Cartaz "Procurados, mortos ou vivos"

A tarefa de Django é ajudá-lo na identificação dos homens e em troca receberá a merecida liberdade. No decorrer da caçada, o alemão se identifica com a história de vida do escravo e a separação da esposa, uma escrava que fala alemão fluente.

A dupla captura o trio e uns outros bandidos enquanto a amizade entre eles se fortalece. Durante o inverno a pareceria se consolida em meio às aulas de tiro que o tímido ex-escravo tem com o experiente caçador de recompensas. Esse treinamento também vai garantir  o sucesso de ambos na busca da doce e amada Broomhilda. 

Broomhilda Von Shaft

Eles saem em busca de Broomhilda, começando pelo local onde, aparentemente ela parece ter sido comprada pela última vez. A cidade é Greenville, no Mississipi (não na Carolina do Sul) e era o maior mercado de escravos da época. Era onde ela estava vivendo, se é que pode-se dizer...

O filme estilo faroeste de 125 minutos foi escrito por Tarantino e lançado em 2012. A integração entre as cenas que fazem duras críticas à época, o humor inteligente e o hiper-realismo gera uma combinação ideal para a tarde de sábado. Lembre-se de limpar o sangue que vai escorrer da TV principalmente na cena onde Django encontra, na esperança da reconstrução de sua família, o auge de seu heroísmo. 

"Termine o serviço"- ele diz para o escavo vencedor da luta.

Quase esqueço de falar que o Leonardo de Caprio aparece em mais um daqueles papéis de milionário excêntrico. Dessa vez ele é o feroz dono de Candieland, uma das maiores plantações da região. Adepto das lutas entre escravos que normalmente terminam com a brutal morte do perdedor.

Curiosidade: Django é uma ficção levemente inspirada na história de um "homem da lei" e ex-escravo que viveu no início dos anos 1800 no sul dos Estados Unidos. Bass Reeves nasceu escravo no estado de Arkansa em 1832 e desde cedo chamou a atenção por suas habilidades. Devido a grande aptidão para a montaria e tiro, tornou-se guarda costas de seu senhor e por isso serviu na Guerra dos Confederados ao lado dele. Depois de obter a liberdade, Bass trabalhou como delegado de polícia para sustentar sua esposa e família no Mississipi.

Bass Reeves, o verdadeiro Django.



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março 30, 2015

Um exercício de lógica simples pela homeopatia




Assumindo o controle




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ATENÇÃO
Todo o material escrito na seção ALERGIA tem somente a intenção de informar com referências. Você não deve de jeito algum deixar de conversar e comunicar seu médico sobre suas decisões de trocar ou parar de tomar qualquer remédio, suplemento ou começar a fazer qualquer tratamento diferente do que foi passado por ele. Por favor, use o bom senso, faça sua própria pesquisa. Consulte seus especialistas quando resolver fazer alguma substituição que afete sua vida.

março 29, 2015

A Caixa Mágica da Esquerda, Andrew Klavan

Andrew Klavan

Dispensa comentários, é só assistir e constatar.

Vídeo traduzido. Clique no CC abaixo à direita se as legendas não aparecerem automaticamente. 



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Sem perder a noção da realidade


março 27, 2015

Pinóquio


Gepeto era um velho de bom coração e, diga-se de passagem, o melhor marceneiro do mundo. Ele vivia sozinho, não se sabe ao certo se era viúvo ou solteirão. A verdade é que nunca foi papai e mantinha o desejo secreto de ter alguém como se fosse filho legítimo de seu bom coração e, quem sabe? Herdeiro das suas habilidades na arte de entalhar madeira.

Desconfia-se que Gepeto seria um dos ajudantes do Papai Noel. Gostava mesmo de fazer brinquedos em madeira para as crianças! Num certo dia de muita inspiração, entalhou um boneco articulado, que parecia menino de verdade.

Então descendo de uma estrela, com grande brilho, uma fada madrinha deu vida ao boneco de madeira, e não podendo dotá-lo de consciência, concedeu-lhe um amigo muito falante.

Pinóquio desejou frequentar a escola, e seu pai o matriculou. Lá foi ele acompanhado do Grilo Falante. Tudo que ele tinha vontade de fazer errado, seu companheirinho o impedia.

Pinóquio foi se enchendo com aquilo, começou a andar com colegas de má índole, se perdeu no caminho do mal. Mentia para o Gepeto e a cada mentira seu nariz ia crescendo. Ficou com o chamado nariz de Pinóquio.

Só sei que no dia que sofreu as consequências de suas estripulias, teve nova chance de voltar ao bom caminho com uma consciência própria. Aí sim Gepeto foi feliz ao lado do filho!

Parece que no conto de fada o relato termina aqui.

Pode ser que o Pinóquio tenha se casado e arrumado uma prole que se espalhou pelo mundo adentro.

Vai saber...



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Elisabeth Carvalho Santos desde alfabetizada lê tudo que aparece à sua volta. Depois de aposentada professora (não de Português) resolveu escrever. Colabora com o jornalzinho da família, participa de concurso cultural e coleciona seus textos para publicar oportunamente. Os assuntos brotam de suas observações, das conversas com amigos e são temperados com pitadas de imaginação e bom humor. Costuma afirmar que "escrever é um trabalho prazeroso e/ou um lazer trabalhoso que todo alfabetizado deveria experimentar algum dia".

março 26, 2015

A enzima DPP-IV funciona mesmo?


Já é possível encontrar em lojas do Brasil a enzima que estão chamando de DPP-IV. O nome de desses produtos é GlutenEase (referência ao easy - fácil) e as dúvidas estão repondidas aqui.

O produto faz o mesmo processo da enzima lactase?
Se você pensar que o glúten é um colar de pérolas, essa enzima chamada de dipeptil peptidase IV facilita a quebra desse colar separando as moléculas para facilitar a digestão do glúten (proteína do trigo) e da caseína, a proteína do leite e derivados. Lembrando que os alimentos que mais contém glúten são o trigo, cevada, centeio.

A enzima funciona mesmo? Serve para celíacos?
Funciona muito bem para quem tem a Sensibilidade ao Glúten não Celíaca, mas não funciona para quem é celíaco. O fato dessa enzima ajudar na separação das moléculas do glúten não faz com que o seu corpo pare com a produção de anticorpos. Lembrando que esse é o princípio da doença celíaca, os anticorpos, em contato com o trigo eles vão continuar destruindo seu organismo.


Absorção e assimilação das proteínas do leite e do trigo no corpo humano.

Como usar? Preciso tomar todos os dias?
Olha, já até ouvi dizerem que alguns estão usando diariamente, mas só posso dizer o que eu faço. Tomo uma cápsula logo antes da primeira grafada, colherada ou mordida de alguma coisa que vou comer fora de casa, no restaurante ou na casa de amigos. Isso acontece quando acho que o alimento pode estar contaminado. Porque se eu tiver certeza de contaminação eu nem vou comer, não é mesmo?

Outras informações interessantes sobre o produto que eu já usei e funciona!

A enzima DPP-IV é normalmente produzida pelas células do intestino e é essencial para a quebra do aminoácido prolina que está presente no glúten e na caseína. Essas proteínas são alergênicas e difíceis de serem quebradas. Isso implica em graves reações para quem tem problema com glúten ou leite (falando da caseína, a proteína). 

Todas as seqüências de gliadina contém prolina que também são conhecidos agonistas dos receptores opióides. Estes receptores mediam ou exacerbam os sintomas neurocomportamentais em pessoas com transtornos do espectro do autista. Interessantemente, os estudos intestinais mostram uma atividade anomal e baixa da DPP-IV em crianças e adultos com a doença celíaca.

Além disso, pessoas com autismo produzem anticorpos contra DPP-IV, ou seja não tem muito dessa enzima circulando pelo corpo. A suplementação com a DPP-IV pode assim, ter grande valor na redução dos níveis de peptídeos prolina no trato intestinal.

Interessou? Pode ter algum para você comprar aqui... ops, não pode mais, o governo brasileiro não permite. Então tá.


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Os sintomas mais comuns da doença celíaca




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março 25, 2015

Escândalo das garrafas PET


Mais uma da série Para Não Perdermos o Senso de Realidade.

O recém eleito primeiro ministro de Israel, Benjamin Netanyahu sempre esteve envolvido em escândalos de corrupção. Mais especificamente a esposa dele, Sara Netanyahu que recentemente está sendo investigada por reciclar as garrafas PET que são usadas na residência oficial do governo e embolsar o dinheiro da venda do vasilhame plastico. O valor estimado do roubo (que se você já esqueceu, é dinheiro público) foi de aproximadamente mil dólares.

KKKKKKKKK SABE DE NADA, INOCENTE!

Desabafos abaixo, por favor.


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março 24, 2015

Entrevista no Blog da Lu, Viver nos Estados Unidos

Gente... esqueci de falar que respondemos uma pesquisa no blog Viver nos Estados Unidos o link está aqui Como é Morar na Carolina do Sul.

Também esqueci de contar algumas coisas (e puxaram minha orelha por isso) sobre uns tópicos que vou escrever aqui.

1. As viagens pelas redondezas da cidade onde encontro fazendas de cabras, avestruz e vacas é claro.


Essas vacas naturalmente listradas estão no caminho para Marietta, SC.


2. Plantações de milho, morango, couve, batata doce e pêssegos. Humm... não vejo a hora da estações dos pêssegos começar.


No caminho para Spartanburg tem várias fazendas que vendem pêssego direto do produtor.

3. O mel local que já citei várias vezes no blog.

Carolina Honey Bee Company


Ainda reclamaram porque não falei nada sobre os carros antigos que encontro pelas estradas da região. Então vamos lá.

4. Muitos tipos de carros antigos, de todas as cores, marcas e conservação.


Chevrolet 1955 coupe, nos trinques que estava pertinho de casa.


5. Não falei da loja Cracker Barrel... tanta coisa que não ia mesmo caber no post do Blog da Lu.

Quase uma viagem ao tempo.

Quem embarca?



Outras fotos no Instagram.

Gostou, curte ai.

março 23, 2015

Assim funciona a democracia social nas escolas.

- Bem, vamos estudar o pentágono. - E amanhã o Kremelim? Digo... para equilibrar.

Assim aconteceu desde a primeira semana na escola de inglês que ficava perto de casa e seguiu transformando pessoas nas outras escolas e faculdades que frequentei.

Passando pela Escola de Artes à de Design até chegar na Psicologia. Foi nesta última que vivenciei, por 5 anos, uma estrutura de ensino agonizante. Recheada com ideias sociais e coroadas por eufemismos do tipo, "Assim você ajuda seus colegas a melhorarem."

Me desculpem, mas não! Eu não queria ter ajudado ninguém a ser menos do que deveria ser. Ao contrário, eu preferia ter contribuído para que não ficassem encostados nos outros!

Isso não quer dizer que tive uma má formação ou que meus professores eram ruins, porque não eram! Mas, pessoal, esse ensino é limitado e limitante. Sou grata a todos os momentos que confrontei o que as pessoas falavam com as minhas observações sobre a realidade de suas atitudes, sou grata a todos os que me ensinaram coerência, ética, lógica, moral e outros valores que andam meio fora de moda hoje em dia.

Por isso, segue um vídeo que ilustra ludicamente a situação. Eu legendei, então clique no CC à direita, abaixo do vídeo, se a legenda em português não estiver ativada.


"Um governo grande o suficiente para dar tudo o que você quer é também um governo grande o suficiente para tirar tudo o que você tem."


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Uma ideia e um paraquedas



março 22, 2015

Sem perder a noção da realidade

Para que os brasileiros não percam a noção de realidade segue uma notícia que tem circulado nos noticiarios americanos.

Um deputado do estado de Ilinóis renunciou o mandato desde que foi acusado de usar verbas públicas para vôos privados e reformas do seu escritório. O valor alarmante (para os americanos é claro!) de 40 mil dólares está sendo investigado desde o ano passado com buscas que incluem as redes sociais que o deputado participa, Instagram. 

Traduzindo, verificaram o uso do dinheiro público nos vôos particulares e na reforma do escritório pelos posts do Instagram, o congressita renunciou de vergonha.

Se você ainda acha que a roubalheira e a violência é igual no mundo todo? Leia Aqui como lá, de tudo há?

Aaron Schock à esquerda.

Escritório no estilo ostentação tudo bem, desde que seja com dinheiro próprio do deputado.


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março 20, 2015

O galo


Mandei concretar parte do meu quintal para distanciar um pouco mais a casa do mato. Tive dó de eliminar o pé de limão capeta. Então fiquei dona de um limoeiro pela metade, pois o galho que relou no muro teve de ser serrado.

O pedreiro que concretou, e murou o novo espaço, muito experiente no ofício, fez um declivezinho no chão, e um buraco no muro para a água da chuva passar. Ficou perfeito.

Porque uso limão na cozinha para refresco, remédio, tempero e coisa e tal, pelo menos uma vez por dia vou apanhar limão. Eu cutuco o limão com o gancho de uma varinha ajeitada para essa finalidade. O limão cai, rola no declive do concreto e some por onde deveria passar só enxurrada. Se eu for buscar o tal, tenho de trocar meu calçado por outro de andar na terra, poeira, ou barro. Daí, tendo de fazer uma manobra rápida de puxar o limão com o gancho da varinha, e segurá-lo antes de ir pro ralo... Bati a testa no tronco da árvore. Doeu e inchou.

À noite ia acontecer a festa de aniversário do meu cunhado, fui pentear o cabelo e escondi com uma franja o cocuruto da testa. Achando que ‘tava tudo bem, lá fui eu.

Foi um tal de elogiarem meu novo penteado e os sobrinhos fazendo a seguinte observação:

_ Ficou rejuvenescida de franjinha tia!

Tive de explicar para o de dois anos e mostrar o “dodói” na testa. A turma aproveitou para gritar:

_ Galooooooo!

Ainda não sei por que um cocuruto na testa é chamado de galo, mas sei que vou colocar um desvio para os limões derrubados por mim não fugirem mais.



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Elisabeth Carvalho Santos desde alfabetizada lê tudo que aparece à sua volta. Depois de aposentada professora (não de Português) resolveu escrever. Colabora com o jornalzinho da família, participa de concurso cultural e coleciona seus textos para publicar oportunamente. Os assuntos brotam de suas observações, das conversas com amigos e são temperados com pitadas de imaginação e bom humor. Costuma afirmar que "escrever é um trabalho prazeroso e/ou um lazer trabalhoso que todo alfabetizado deveria experimentar algum dia".

março 19, 2015

5 coisas que parei de fazer quando me mudei do Brasil

Depois de 4 anos morando nos Estados Unidos, na Carolina do Sul para ser mais específica, foram inevitáveis as transformações no meio jeito de viver. Algumas boas, outras nem tanto, mas agora todas fazem parte de uma interessante bagagem que vou carregar para sempre em minha alma. Aqui estão compartilhadas 5 delas, aproveitem.

1. Carregar a bolsa como se fosse ser assaltada a qualquer momento.

Coloca a bolsa pra frente, menina!

A primeira vez que eu voltei ao Brasil de férias, percebi como as mulheres carregam suas bolsas. Todas mantém bolsas e mochilas grudadas ao corpo, às vezes com a mão por cima ou como se estivessem carregando uma carga de diamantes. Eu sei que o que está lá dentro é precioso, principalmente se for roubada, mas o fato foi que depois de um tempo morando fora (e numa cidade segura, veja este post) vi que eu também carregaregava a bolsa como se fosse ser assaltada a qualquer momento. Ainda em São Paulo, eu notei que agora os rapazes também carregam as mochilas na frente, como a garota da foto. Eu, ao contrário, passei a usar o celular na rua, sem precisar entrar numa loja para não chamar atenção, costumo tirar o tablet ou a carteira da bolsa sem olhar para os lados.  Na cidade onde moro hoje eu não preciso andar com medo. Muito mais do que isso, parei de me preocupar se a porta de casa estava trancada, se a bicicleta estava do lado de fora, na varanda e até se o vidro do carro estava um pouco aberto enquanto eu ia no mercado (a não ser pela possibilidade de chuva).

2. Comer arroz e feijão.

Duas panelas elétricas encostadas.

Não acho que isso foi algo bom, muito menos ruim, simplesmente aconteceu. No início compramos a panela elétrica para fazer arroz todo dia. Além de ser super prática, aqui é um produto barato. Pelo simples motivo de haverem muitos asiáticos no país e todos ele usam, é algo que você encontra em qualquer lugar. Por outro lado, não encontramos a famosa panela de pressão para cozinhar o feijão em poucos minutos, mas para ser sincera, nem procuramos muito. Um belo dia eu vi o nosso arroz com feijão não fica muito gostoso esquentado no microondas. Respondendo a dúvida que deve ter surgido... Sim! Aqui todos comem de marmita, não há o mínimo preconceito, nem comida "de graça" nas empresas. Chefes, gerentes, operários e os que querem ter mais saúde levam comida de casa, os outros saem e compram algo perto do trabalho. Enfim, hoje temos 2 panelas de arroz que só usamos quando temos visitas do Brasil.

3. Ser obsessiva com a aparência.

No salão deixando o meu cabelo curtinho.

Algumas mulheres vão horrorizar com o que vou dizer, mas a obsessão da brasileira com a aparência é uma coisa que deixei no Brasil. Isso não quer dizer que não me cuido, que não uso cremes ou maquiagem, não corto o cabelo porque a foto mostra eu no salão, viu gente =). Mas aquela obrigação de manter as unhas impecavelmente feitas não me atrai mais. Conversando com algumas amigas americanas eu entendi algo mais sobre esse comportamento. Por sinal, é o mesmo que as americanas pensam sobre as californianas. "Por que estabelecer um padrão de beleza cada vez mais alto, um patamar que só quando você estiver jovem vai poder seguir? Isso é um tiro no pé. Um dia você envelhece, todos vamos ter rugas, cabelos brancos. Então você perde tudo o que tinha, porque se resumiu ao exterior, às aparências. Mas se você tiver conteúdo, quando amadurecer continuará sendo bonita e atraente". E foi assim que eu deixei de ler revista Caras no salão para entender sobre assuntos que sempre me intrigaram, mas nunca tinha tempo para ler.

4. Achar um absurdo não saberem o Brasil.

Assim é um não americano nomeando os estados americanos.

No começo era irritante ouvir comentários do tipo "eu também falo um pouco de espanhol" ou responder às perguntas "por que vocês escrevem Brasil com S se o certo é com Z?" (fiz um post sobre isso aqui). Depois de um tempo percebi que fica difícil mesmo para qualquer que não fale português saber sobre um país que não se comunica em outra língua. Também notei que sabemos dos Estados Unidos o que vemos nos filmes, coisas sobre Manhattan que achamos ser Nova Iorque, um pouco sobre a Califórnia, alguns pontos turísticos e a Disney. A constatação final do meu pouco conhecimento sobre o mundo veio quando um colega da aula de inglês me perguntou se eu sabia dizer alguma coisa sobre a Argélia, seu país natal. O nome da capital já serviria para fazer ele ficar quieto, mas da minha parte ele só ouviu um grande silêncio.

5. Dirigir como se fosse salvar alguém da forca.

No meio do caminho tinham girafas, São Paulo capital.

Sei que em partes é porque eu moro numa cidade pequena, mas com o tempo parei de dirigir com pressa. No Brasil quando você entra no carro é instantânea a sensação de ansiedade, é preciso chegar rápido, onde quer que seja, mesmo que esteja indo para a casa de praia nas férias. Ninguém, muito menos se for mulher e sozinha, dirigindo numa cidade grande brasileira pode se dar ao luxo de ficar "passeando" por ai. Chegando aqui eu entendi que o máximo de tempo que economizava andando no limite da velocidade para chegar mais cedo eram míseros 5 minutos. Agora, vamos combinar, no Brasil ninguém faz cara feia para atrasos, ou seja, para que correr? A não ser que seja para fugir do risco de ser assaltada e isso muito tem a ver com a primeira mudança.

E você, também mudou seu jeito para se adaptar à nova cidade?

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Exame detecta a ingestão acidental de glúten.

iVYLISA GIP

Em fevereiro foi apresentado ao mercado um teste capaz de detectar se você está seguindo a dieta sem glúten de maneira correta. Sabe quando você não tem certeza se anda comendo glúten em alimentos que não deveriam conter esta proteína? Ou quando tem um filho que é celíaco, mas assintomático? Pois esse teste vai responder esta pergunta e outras dúvidas dos celíacos e sensíveis ao glúten.

Esse é o primeiro método que permite detectar o consumo de glúten por parte dos pacientes celíacos. O teste Ivylisa Gip que é comercializado pelo laboratório Labco está sendo chamado de Gluten Detect (detector de glúten) e pretende identificar os casos de ingestão acidental de glúten ou quando o celíaco não está seguindo corretamente a dieta sem glúten. 

O produto é proeza da Dra. Carolina Sousa e seu grupo de estudos da Universidade de Sevilha na Espanha. Ela que é vice presidente da Sociedade Espanhola da Doença Celíaca está à frente na preocupação em monitorar a dieta sem glúten já que 90% dos pacientes celíacos demonstram sintomas na mesma semana que ingerem glúten por acidente (ou não). 

Os principais fatores que levaram o grupo a desenvolver o teste foram:
* A dificuldade em excluir uma proteína que está presente em muitos, muitos alimentos que nem imaginamos.

* Entre os 30% de celíacos que seguem a dieta sem glúten, 45% deles (1 em cada 10) continua apresentando danos intestinais mesmo depois de um ano sem a ingestão de glúten (pelo menos pensam que não estão ingerindo).

* A importância para o médico em saber se o paciente está mesmo seguindo a dieta e em caso negativo, orientar cooperando para a melhora do quadro clínico.

O teste que vai permitir, entre outras coisas, a detecção da doença delíaca refratária vai também reduzir as complicações derivadas da doença. Entre elas os linfomas, infertilidade, abortos, sobrepeso, baixo crescimento em crianças, deficiências nutricionais, osteopenia, neuropatias e as demais consequências de uma mucosa intestinal anormal.

Assim esperamos!


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ATENÇÃO
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março 18, 2015

Il Porcellino, in the United States.

What's in common between Greenville, South Carolina and Italy?

Il Porcellino!

The talian "piglet" is a bronze fountain in Florence. The Southern pig is a bronze fountain in Greenville downtown. 
Il Porcellino, Florence, Italy.

The Italian was sculpted and cast before 1634, following a marble Italian copy of a Hellenistic marble original. Although the original was found in Rome, it was removed to Florence in the mid-16th century by the Medici family.

Il Porcellino, United States.

The Southern sculpture was given to Greenville by young friends of Florence in October of 2011. Legend said that if you place a coin  in the mouth and it falls into the grade below, your wish will be granted. Also, rubbing his nose will bring you good luck and guarantee a return trip to "Il Porcelino".

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Arguing on the internet



março 17, 2015

Gluten, dairy, corn FREE, and vegetarian pancake.



Imagine a delicious breakfast... all gluten, dairy, corn FREE, and vegetarian. This pancake is just like it!

That's the original recipe, but I'm using the other below. This is enough for 1 pancake.

1/2 banana
1 egg
1 teaspoon of oil
1 pinch of cinnamon
1 teaspoon of honey
1 tablespoon of gluten free flour

My recipe has no sugar (honey), but it has chia seeds in it. I've notice that I can't have any good flour without contamination or allergy. Chia makes those ingredients stick together, and It's much easier for flipping.

2/3 banana (yellow) use the 1/3 for decoration
1 egg
1 teaspoon of oil, I use coconut which is a kind of sweet
1 or 2 pinch of cinnamon
1 teaspoon chia seeds
1 tablespoon of gluten free flour, I use quinoa flakes

Mix everything, and drop on a nonstick skillet. Cook over medium heat, turning once, until golden.

Bon apetit!

1/2 banana (for 1 banana use 2 eggs)
1 egg (organic, free, humanized, pastured, etc)
1 tea spoon of coconut oil (make it sweeter)
1 pinch of cinnamon (chocolate if you can)
1 tea spoon of honey (this amazing honey I buy here at Carolina Honey Company)
1 tablespoon of your preference flour (I use this red quinoa flakes from Brazil because it was what I had)
Mix all ingredients, whisk until they blend.
Drop on a non-sticker skillet.
Cook over medium heat, turning once, until golden.


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DISCLAIMER
All material on this CORN FREE session is intended for reference only and should not take place of medical advice from a license practitioner. Please use common sense, do your own research, and consult your physician when making decisions about your health.