fevereiro 28, 2015

It's online and free for limited time only. Go watch BOUGHT


BOUGHT it's a Jeff Hays Films
The Film Big Pharma.
The Vaccine and GMO Industry doesn't want you to see.

It's online and free for limited time only. Go watch BOUGHT.

"The food, vaccine, drug, insurance and health industry are a multi-BILLION dollar enterprise... focused more on profits than human lives. The BOUGHT documentary takes viewers deep "inside the guts" of this despicable conspiracy..."


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Amount of pressure exerted on the neck by stretching forward





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Isabela: Brazilian, designer, works with automotive fabrics in the US. She did psychology college as well and had enjoyed a lot. She is living abroad for while, maybe because this she likes trends, cultures and behaviors.
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All material on this CORN FREE session is intended for reference only and should not take place of medical advice from a license practitioner. Please use common sense, do your own research, and consult your physician when making decisions about your health.

fevereiro 27, 2015

Nas ondas do rádio 2

 

Há locutores que apreciam contar anedota entre as músicas de seu programa. Um dia desses escutei essa sobre casamento:

“O nonagenário estava entregando sua alma ao Criador e despedia-se da esposa:

_Adeus querida não vamos nos ver mais...

E a velhinha, na mesma faixa de idade respondeu-lhe:

_ Até mais meu querido. Breve estaremos juntos novamente.

_ Nada disso! No dia do casamento juramos ficar juntos SÓ até que a morte nos separasse!”

Risos. Piada sempre vem seguida da risada encomendada ou não.

Mas o que se passou na cabeça daquele moribundo ninguém jamais haveria de saber ao certo.

Podia ser que o esposo levava muito a sério aquela coisa de juramento.

Ou quem sabe ele queria dizer que iria para um lugar e sua esposa/viúva certamente iria para outro.

Também podia estar querendo dizer que sua amada não haveria de morrer nunca. Ia ficar “para semente”.

A propósito de todas as hipóteses sobre o que o velhinho quis dizer... quem achou graça na anedota contada no rádio deve ter concluído que o agonizante estava de safadeza mesmo.

A lei do divórcio é de 1977 cá no Brasil. Antes disso, separação de corpos num casamento errado existia, mas um segundo casamento, dentro da lei, não. Se desquitada, a pessoa poderia casar-se outra vez, e só. Se perdesse essa segunda chance... azar dela! A constituição de 1988 trouxe a novidade do divórcio quantas vezes fosse da vontade dos cônjuges. E assim, desfazer um casamento (sem filhos) ficou tão simples que basta uma ida ao cartório de Paz. Há quem prefira o divórcio on line, mais rápido, e de custo mais baixo ainda.

Com todas estas dissoluções ninguém permanece casado sem querer. 

Por isso existe inspiração para tanta música de amor que ouço no rádio. As pessoas têm muitas chances de se apaixonarem (e se amarrarem) mais uma vez.


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Elisabeth Carvalho Santos desde alfabetizada lê tudo que aparece à sua volta. Depois de aposentada professora (não de Português) resolveu escrever. Colabora com o jornalzinho da família, participa de concurso cultural e coleciona seus textos para publicar oportunamente. Os assuntos brotam de suas observações, das conversas com amigos e são temperados com pitadas de imaginação e bom humor. Costuma afirmar que "escrever é um trabalho prazeroso e/ou um lazer trabalhoso que todo alfabetizado deveria experimentar algum dia".

fevereiro 26, 2015

Quantos anos você tem? Até que idade vai viver?

Face My Age é um site que prevê até que idade você vai viver.

Faça o upload de uma foto com cabelo preso, sem óculos, sem maquiagem e boa iluminação. Nada de sorrisos, eles fazem rugas que vão te envelhecer. Depois responda umas perguntinhas básicas do tipo, se é fumante, se usa drogas, se cursou faculdade, se é casado... será que casamento também envelhece?

Então o site avisa até quando vai viver com probabilidades interessantes. Por exemplo: pela foto, Justin Biber tem pouco mais de 73% de chances de viver até os 65 anos e 26% de chegar aos 85. 



Quer saber sobre você? Clique em Face My Age.


Fábricas exploradoras, moda barata que mata.



fevereiro 20, 2015

Nas ondas do rádio


Conheci rádio na infância quando papai ouvia HORA DO BRASIL e REPÓRTER ESSO e eu tinha de ficar caladinha num canto da sala. Fui crescendo... e o rádio diminuindo. O que era antes uma enorme caixa preta, enfeitada de botões, lotada de válvulas, e que recendia a plástico queimado quando ligado o dia inteiro, virou uma pecinha dentro do celular!

Antes dessa enorme transformação... vivi fases e mais fases com rádio ligado por perto. Algumas destas ficaram marcadas com programação adequada aos meus interesses. 

Que tal começar pela lembrança de uma história do “Tio Janjão” seguida de determinado episódio de “Jerônimo, o herói do sertão” e sua música inesquecível? Tinha novela também. Era “O Direito de Nascer”, com todo mundo em volta do rádio se debulhando em lágrimas. Na adolescência era correr pra perto do rádio, ao tocar minha música preferida; levar o transistor importado, escondido na pasta escolar para ouvir na saída do Colégio sem perder uma música da seleção “as melhores da semana” até chegar em casa, e solicitar outras, pelo telefone, ao locutor...

Muitas EMOÇÕES!

Com a chegada da TV deixei um pouco de lado meu radinho. Fazia faculdade, trabalhava fora, e o tempo de descanso era reservado para as novelas, que as crianças permitiam-me seguir ...

Sem dúvida o rádio ainda tem seu espaço na vida das pessoas. Indo de carro para o serviço, é útil para desviar-se dos engarrafamentos, enchentes, blitz ou coisas semelhantes; as músicas ajudam o tempo a passar nos sinais fechados; o noticiário, propagandas, previsão do tempo, e os jogos de futebol nos mantem atualizados.

Muitas serventias!

Algum dia gostaria de poder idealizar um programa “mandando meus recados” através de canções. 

Começaria cantando “eu cheguei em frente ao portão...” que tem a letra mais interessante para a fase que estou vivendo. Dando sequencia a essa programação exclusiva eu colocaria no ar:

Uma PROPOSTA de um PAPO FIRME cheio de DETALHES alertando meus ouvintes que sempre É TEMPO DE AMAR, aqui ou ALÉM DO HORIZONTE; de provar O GOSTO DE TUDO já que É PRECISO SABER VIVER .

MAIS UMA VEZ eu subiria A MONTANHA para ver cair as ÁGUAS DE MARÇO e diante da ÁGUIA DOURADA constataria que AMANHECEU na AMAZONIA; que das curvas da ESTRADA DE SANTOS, OLHANDO O MAR, inda posso ver as BALEIAS assim como AS FLORES DO JARDIM DA NOSSA CASA.

Só POR MOTIVO DE FORÇA MAIOR deixaria de fazer o DESABAFO, DO FUNDO DO MEU CORAÇÃO, FALANDO SÉRIO, que TUDO QUE SONHEI voou igual FOLHAS DE OUTONO... viraram RECORDAÇÕES, RECORDAÇÕES E MAIS NADA!

Ver a COISA BONITA , a PAZ NA TERRA, OUTRA VEZ, MAIS UMA VEZ, PRA SEMPRE é e será o SONHO LINDO, SORRINDO PARA MIM, ETERNANTE!


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Elisabeth Carvalho Santos desde alfabetizada lê tudo que aparece à sua volta. Depois de aposentada professora (não de Português) resolveu escrever. Colabora com o jornalzinho da família, participa de concurso cultural e coleciona seus textos para publicar oportunamente. Os assuntos brotam de suas observações, das conversas com amigos e são temperados com pitadas de imaginação e bom humor. Costuma afirmar que "escrever é um trabalho prazeroso e/ou um lazer trabalhoso que todo alfabetizado deveria experimentar algum dia".

fevereiro 17, 2015

O trigo moderno causa mais doenças do que se pensava.

Colheita do trigo no Egito.

Até hoje haviam poucos mecanismos que explicam como o grão de trigo ativa doenças e reações indesejados no corpo. Dois tipos de mecanismos eram conhecidos até a publicação dos resultados dessa pesquisa feita com 48 pacientes não celíacos com idade média de 41 anos que foi publicado pelo Journal of Experimental Medicine em dezembro de 2014.

No mecanismo mais conhecido, o glúten, uma proteína presente no trigo, desencadeia doenças autoimunes porque ativa anticorpos contra os tecidos do corpo humano. Neste caso temos a doença Celíaca e a confirmação é feita por exame de sangue, IgA ou IgG.

No segundo tipo que não é totalmente aceito ainda, o glúten causa permeabilidade intestinal porque danifica as células do intestino. Então essas células deixam de fazer a barreira natural às proteínas de alimentos ou às bactérias. Essas substâncias acabavam indo para a corrente sanguínea causando uma infinidade de sintomas. As sensibilidades alimentares não explicadas pelos testes de alergias estão incluídas neste caso, assim como o constante ataque por protozoários.

O primeiro é o mecanismo mais antigo e aceito pela comunidade médica. O segundo ainda é visto com desconfiança pela maioria dos médicos que tratam o problema com descaso e empurram para o campo psicológico. Ou você nunca ouviu algo do tipo, "Isso é depressão, toma um zoloft que passa".

Colheita do trigo moderno, variedade anão.

Este estudo é importante porque descobriu que existem vários tipos de moléculas no trigo. Uma delas, a ATIs (Alfa Amylase Trypsin Inhibitors) causa problemas diferentes dos que foram identificados até agora, os dois citados acima.

Tradicionalmente você tinha respostas IgA ou IgG do corpo. Agora sabe-se que a molécula ATI causa inflamação intestinal que pode levar à doença celíaca, mas também pode se manifestar fora do intestino. Traduzindo, a ATI pode causar reações somente fora do intestino, por exemplo no cérebro causando enxaquecas sem que você tenha nenhum desconforto intestinal.

Mais uma vez, através do ATI o glúten causa SIM doenças no corpo. Espero que esse estudo ajude os médicos mais descrentes no entendimento das manifestações do glúten que afetam diretamente a saúde dos seus pacientes. Um recado específico para aqueles que não tem o diagnóstico da doença celíaca, mas se sentem melhor na dieta sem glúten.

A conclusão do estudo foi assim escrita: "Este estudo destaca um novo mecanismo induzido pela proteína do trigo que provoca a secreção de CXCL10 nos pacientes não celíacos com Sensibilidade ao Glúten. Pela primeira vez, um estudo salienta que as proteínas do trigo desencadeiam um mecanismo inflamatório que depende da variedade do trigo consumido. Em outras palavras, é razoável supor que existem outras características inflamatórias do trigo, até então desconhecidas que são mais fortes nas variedades de trigo modernas se comparando com as espécies antigas do grão." Responses of peripheral blood mononucleated cells from non-celiac gluten sensitive patients to various cereal sources.

Uma fazendeira na plantação de trigo moderno (esquerda).
Compare com a plantação do trigo Einkorn (direita, verde).

Ou em português bem claro, o trigo moderno da variedade anão provoca mais secreção dessa ATI nas pessoas sensíveis podendo se manifestar no intestino ou em partes diversas do corpo.

Pessoa A não sensível e pessoa B sensível.
Um dos gráficos apresentado na pesquisa foi este ao lado onde a pessoa A não tem sensibilidade ao glúten e a pessoa B não é celíaca mas tem sensibilidade ao glúten. Ambas liberam CXCL10 quando comem grãos, mas a pessoa B (sensível) libera quase o triplo da substância quando come o trigo das variedades Manitoba ou Claudio (espécies anãs modernas). Em contato com as variedades Kamut e Senatore Capelli a pessoa sensível libera menor quantidade CXCL10, mas ainda é o dobro do que uma pessoa sem a sensibilidade. E o arroz faz o que no gráfico? Está aí como controle da pesquisa.

A espécie de trigo Manitoba é a muito usada nos Estados Unidos e Canadá e contém mais glúten que as demais. Claudio é uma qualidade em expansão na Europa e é um trigo tipo duro. Senatore Capelli é muito usada na fabricação de macarrão comum. Kamut é a variedade mais antiga se comparada à Manitoba ou Claudio. 


A pesquisa completa você acessa aqui.


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Os sintomas mais comuns da doença celíaca

Alergia, só que tem entende.

Coisas que acontecem quando você começa a dieta sem glúten


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ATENÇÃO
Todo o material escrito na seção ALERGIA tem somente a intenção de informar com referências. Você não deve de jeito algum deixar de conversar e comunicar seu médico sobre suas decisões de trocar ou parar de tomar qualquer remédio, suplemento ou começar a fazer qualquer tratamento diferente do que foi passado por ele. Por favor, use o bom senso, faça sua própria pesquisa. Consulte seus especialistas quando resolver fazer alguma substituição que afete sua vida.

fevereiro 16, 2015

Uma piada sem glúten

Esse é o jeito certo de fazer piadas das dietas sem glúten. Vídeo com legendas.


John Pinette ainda é o melhor em se falando de glúten.

Descanse em paz.


Teste da qualidade do azeite de oliva, como fazer?





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fevereiro 15, 2015

Ética e Deus

Deus é mesmo essencial para sermos éticos? O Centro de Pesquisas Pew perguntou em 40 países se as pessoas acham que é preciso acreditar em Deus para ser ético. Essa é uma amostrinha das respostas obtidas em 4 países. 


Você encontra mais em The Pew Research Center


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Uma ideia e um paraquedas

Os professores brasileiros estão bem calejados, obrigado.

Reflexões sobre a educação.

fevereiro 13, 2015

Sô Joel e o Carnaval


Sô Joel gostava de ser chamado assim. Começou com uma brincadeira de infância, simples teatrinho escolar, e pegou. 

_ Ei Sô Joel, chuta a bola pra lá. Manda a bola pra cá. Cabeceia. É goool!!!!!!!

Mas das coisas que ele gostava de fazer, nada lhe dava tanta alegria quanto a escola de samba que mantinha na garagem da sua casa com a patroa, Dona Ermelinda.

Os ensaios eram limitados: do dia sete de janeiro até o carnaval. Nada de misturar Natal, Reveillon, Festa dos Santos Reis, com batucada carnavalesca. Então, depois do jantar, antes da novela principal na TV, a turma reunia-se animada. Passistas, porta bandeira, mestre sala, uns avulsos fantasiados como quisessem, ou pudessem, suavam a camisas ao ritmo do melhor dos sambas.

Chegando a sexta feira do Rei Momo, além dos trinta registrados, mais uns trinta engrossavam o bloco do Sô Joel. Saiam por volta das dezenove horas, e eram dos primeiros a chegar à praça da igreja Matriz (que nem se importava se querem saber). Ali, naquela hora, havia mais donas de casa, mães de família com seus filhos pequenos, casais de meia idade, parecendo fazer horinha para ir dormir. Acontecia de, contagiados pela bateria alegre, e a descontração dos componentes do bloco, entrarem na dança e se divertirem também.

E o bloco descendo a rua principal passava em frente ao Clube dos Maiorais e... entrava! O porteiro era vizinho da turma do Sô Joel. Conhecia de sobra cada elemento. Sabia que não iam bagunçar o salão prontíssimo para o baile e concurso de fantasia da elite social da cidade a acontecer das vinte e duas horas em diante. Alegria geral! Até foto alguém ousou bater. Sô Joel quis proibir, mas a resposta convincente ‘tava na ponta da língua:

_ Fomos convidados a entrar. Não viemos de oferecidos não senhor. Que tem demais numa foto para lembrança?

Após dar algumas voltas sambando no grandioso salão, seguido pelos garçons e barmans que iriam trabalhar logo mais, o bloco vai-se embora.

Não satisfeito, entra também no Clube do Trabalhador, enfrenta aquele calor humano de ventiladores insuficientes, e sai mais bem disposto ainda recebendo o benfazejo frescor da noite na cara.

Hora de voltar! Agora satisfeitos se ufanam das próprias proezas, riem muito, e planejam o roteiro do sábado de carnaval.




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Elisabeth Carvalho Santos desde alfabetizada lê tudo que aparece à sua volta. Depois de aposentada professora (não de Português) resolveu escrever. Colabora com o jornalzinho da família, participa de concurso cultural e coleciona seus textos para publicar oportunamente. Os assuntos brotam de suas observações, das conversas com amigos e são temperados com pitadas de imaginação e bom humor. Costuma afirmar que "escrever é um trabalho prazeroso e/ou um lazer trabalhoso que todo alfabetizado deveria experimentar algum dia".

fevereiro 10, 2015

Contaminação cruzada

A contaminação cruzada é um termo que nasceu por causa de maus hábitos em laboratórios de pesquisa científica ao manipular os materiais biológicos. O termo originalmente se refere a uma célula externa, geralmente de mamíferos que foi introduzida por acaso em uma cultura de células vivas tornando-se parte dela e alterando totalmente o propósito do estudo.

Se só os ratos de laboratório tivessem pelos estaria tudo certo, mas não é assim que funciona. Leveduras, bactérias e outros invasores também entram no jogo tornando tudo muito incerto. Por exemplo, uma célula intrusa pode sim estragar todo o experimento e colocar por terra o dinheiro investido numa importante pesquisa. 

Um total de 15% das pesquisas é descartada nos Estados Unidos por contaminação ou má identificação de materiais. No Brasil eu não sei, ninguém sai... ops, ninguém sabe.

Mas eu sei que o nome migrou para os processos das indústrias alimentícias que vivem nessa Era das Alergias e Sensibilidades Alimentares. Então agora chamamos de contaminação cruzada um alimento que foi feito em máquina que processa também outros tipos de alimentos.

A situação dessa foto é o terror de qualquer pessoa alérgica, encontrar um bisbilhoteiro no pacote de outro alimento. No caso ao lado, uma colega que tem alergia ao milho comprou esse pacote de sorgo para estourar como se fosse pipoca. Ironia do destino, mas olhando o copo de água pela metade como um copo quase cheio, ela ao menos viu o intrometido. Como assim? Seria pior se ela não encontrasse o milho e tivesse uma reação alérgica, não acha?

Quando o alimento foi preparado numa panela "contaminada" com leite ou trigo, como saber? Se você não acompanhou o preparo e não conhece a procedência dos artefatos... não tem como saber. Simples assim! Você tenta adivinhar puxando pela memória o que comeu no dia anterior, ou nos dias anteriores, torcendo para não ter sido ousado o suficiente para experimentar mais de um alimento diferente por dia. Ou você é super organizado e tem um Diário Alimentar com tudo o que comeu. O mais indicado é o segundo, para quem ficou na dúvida.

Porém existe algo muito bom no "mundo melhor" que é encontrar um escrito como esse que está na foto (em cima do endereço). Prepared in a dedicated gluten free facility, ou seja, foi preparado numa fábrica que não processa nada com glúten. Alegria de quem achou o palito de picolé premiado com o lançamento do iphone.

Quais as dicas para quem compra produtos especiais?

* Verificar sempre a procedência, qualidade da embalagem, local de estocagem, etc.

* Participar de grupos que tenham a mesma restrição alimentar para conhecer outros alimentos com possíveis contaminações sem passar pelo sufoco de ficar de exposta diretamente. Isso chama aprender com os erros dos outros e o Viva Sem Glúten é um grupo do facebook sobre o temido assunto.

* Ficar antenada aos lançamentos da marca. Exemplo, a paçoca não contém glúten, mas agora a marca criou uma linha de paçoca com aveia (que tem glúten). Sua água de coco preferida agora tem sabores diferentes que você não pode nem passar perto? Bandeira vermelha hasteada, ou seja, coma ou beba com atenção e anotando se sentiu algo diferente. Se sua sensibilidade é maior que a da média, fuja, corra para bem longe.

* Pesquisar sobre novos processos, nomes ou mudanças na legislação. Exemplo, há pouco tempo decidiram que o high fructose corn syrup (xarope de milho de alta frutose) não precisa ser especificado como tal. Pode só colocar frutose que tá bom. Outro? Aromatizantes, conservantes, corantes e todos esses nomes guarda-chuva que não explicam coisa nenhuma como eu falei aqui

Tem outras dicas? Socializa nos comentários que os alérgicos agradecem.


Outros textos para você.

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fevereiro 08, 2015

10 sinais de que sua tireoide não está bem.

É alarmante o número de pessoas nos Estados Unidos que tem problemas na tireoide (10 a 12% da população*) e no Brasil não é diferente (15%**). A glândula que fica localizada no pescoço gerencia todo o nosso metabolismo e pode ter efeitos em todo o corpo quando não tratada. Muitos não sabem quantos sintomas estão conectados à tireoide. Então estes são 10 sintomas comuns a quem sofre com a tireoide.
1. Dor muscular e nas juntas

fevereiro 06, 2015

Convite Naïf para quem curte uma brasilidade

O Mian, Museu Internacional de Arte Naïf do Rio de Janeiro convida para a exposição Rota Naïf Contemporânea. Você precisa ir ver a belezura que ficou o quadro da Beth na cidade do carnaval.



Quadro da exposição do Museu Internacional de Arte Naif.


"Nasci naïf, sou naïf de nascença.

Desenhava menininhas desfilando novos modelos; menininhos de chapéu soltando pipa; papai noel; presépio rodeado de anjinhos e estrelas. De tudo eu desenhava e coloria.

Na escola de desenho a professora ensinava forma e contra forma, luz e sombra, a diferença na proporção do tamanho de uma árvore vista de perto e à longa distância. E eu conservava boa distância de tudo aquilo que me era ensinado. Não queria saber de hachura. Preferia acompanhar as formas com as cores volteando organicamente. Escolhia ângulos agudos ou obtusos para acompanhá-los com diferentes cores fortes, e com força.  

Em determinado ponto da minha vida de artista (esposa, mãe, trabalhadora do ensino e estudante) percebi que gostava mesmo era do mesmo desenho traçado desde que peguei papel e lápis de cor pela primeira vez.Voltei ao que nunca havia deixado: a criação singela de cenários e cenas numa única dimensão plana; o colorido “chapado”; e personagens mandando bem suas mensagens de que arte não tem dono, fronteira ou limite. Simplesmente existe!"


fevereiro 03, 2015

Testing for your olive oil.

Português aqui.

How to test if your olive oil has more than 20% other oils in it?

Easy. Leave for 2 or 3 day in the refrigerator and you'll see if it turns solid. If not, you have a scam in your hands.

I use this Kalamata because it has a similar flavor as I used to buy in Brazil.

In 3 days this olive oil was totally solid!



More great posts for you.

A true olive oil at Trader Joe's

Amazing hummus recipe, gluten-free, wheat-free, corn-free, peanuts-free, fish-free, shellfish-free.


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Isabela: Brazilian, designer, works with automotive fabrics in the US. She did psychology college as well and had enjoyed a lot. She is living abroad for while, maybe because this she likes trends, cultures and behaviors.
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