novembro 06, 2015

Jarbas e Mariluce

Quadro mandala da Beth. Faça sua encomenda!

A cada ano de casados uma festa!

Perguntados sobre a comemoração festiva, se seria a “vida a dois” tão boa assim, respondiam:

_ Não é um mar de rosas. Os ajustes das “almas gêmeas”, dos “nascidos um para o outro” são diários. Não é uma questão de pedir ou dar perdão, mas de reconhecermos nossas próprias falhas, e desculparmo-nos com palavras, obras ou correções. A festa é um prêmio pelo empenho havido na resolução dos impasses. Nada mais.

_ Acho estranho isto de acharem tanta diferença entre pedir desculpa ou pedir perdão...

_ Estipulamos para a nossa convivência a partir do filme “Love Story” onde ouvimos pela primeira vez a frase: “Amar é jamais ter que pedir perdão”. 

Demos à palavra perdão um valor maior, usada então para falhas graves. E as desculpas ficaram para todos os outros momentos de mágoas. Afinal no dia a dia de vida comum, estresses são inevitáveis, mas provocados voluntária ou involuntariamente devemos nos desculpar. Assim sendo fica muito mais fácil a convivência harmoniosa.

É um trecho de entrevista sim, com um casal comemorando Bodas de Rubi.

Li, gostei, transcrevo e comento: _ Embora não sendo igual a um bolo... é uma boa receita, onde cada casal elegerá ingredientes, medidas e modo de fazer, de acordo com o gosto. Aliás, pode-se usar o que se tem, acrescentar o tempero desejado por ambos, mas nunca esquecer o amor! 

Aquele carinho especial de querer ver o outro sorrir feliz ao sentir-se cuidado, respeitado, amado enfim.

Repito: _ Mesmo não sendo receita de bolo, em que seguindo direitinho vai-se acertar sempre, tem que ter algo a enfeitá-lo! Morango, ameixa, cereja ou flores... simbolizando o que cada casal almeja para serem verdadeiramente um par até o final da estrada que juntos percorrerão.

Ia me esquecendo de desejar ao casal de amigos, Mariluce e Jarbas: Feliz Aniversário de casamento!





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Elisabeth Carvalho Santos desde alfabetizada lê tudo que aparece à sua volta. Depois de aposentada professora (não de Português) resolveu escrever. Colabora com o jornalzinho da família, participa de concurso cultural e coleciona seus textos para publicar oportunamente. Os assuntos brotam de suas observações, das conversas com amigos e são temperados com pitadas de imaginação e bom humor. Costuma afirmar que "escrever é um trabalho prazeroso e/ou um lazer trabalhoso que todo alfabetizado deveria experimentar algum dia".  

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