setembro 27, 2013

Hibridização cultural e a construção de uma identidade.

Hibridização: ato de realizar mistura.

Híbrido: animal ou vegetal que resulta de cruzamento de duas ou mais espécies diferentes.

Vivemos um processo de hibridização cultural que contribui para uma coletividade mais acolhedora ao sui generis. Também falamos disso no curso sobre Como Comunicar Tendências. Caminhamos para uma sociedade com traços ainda mais característicos de uma identidade diferenciada do resto do mundo. Assim me parece o Brasil, um povo complexo e hospitaleiro - descontando a parte estragada dessa laranja (escrever maçã no texto em inglês).

Um momento que presenciei em São Paulo e faz parte dessa tendência das misturas, matizes, fusão, miscigenação, complexidade, mescla (escolha a palavra que lhe parecer melhor) foi o lançamento do CD do rapper Emicida numa livraria que fica dentro de um Shopping Center.

Não entendeu? Acompanha aí e se tiver dúvida clica nas palavras.

- Rapunderground, de família pobre, hip hop.

- Livraria, academia, a elite cultural, clássicos.

- Shopping, hábito popular, classe média, consumo.

Pólos diferentes, certo? Sim, mas todos esses domínios estavam lá, na mesma noite celebrando um encontro genuinamente mestiço.

Quer complementar com outro exemplo? Deixe seu comentário abaixo. =)

Um autógrafo, uma foto, um abraço.
"É nóis!"
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Isabela: designer, estudou psicologia clínica, especialista em tecidos automotivos, trabalha inclusive com análise de tendências de design e comportamento humano. Está morando fora do país, por isso tem coisas interessantes para compartilhar.

Special report about Brazil, The Economist Magazine

This is an EXCELLENT report from Brazil economy and more. Click below and enjoy!


Joke about President Dilma Rousseff.

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Isabela: Brazilian, designer, works with automotive fabrics in the US. She did psychology college as well and had enjoyed a lot. She is living abroad for while, maybe because this she likes trends, cultures and behaviors.

setembro 26, 2013

Minha outra bolsa, já que não tenho dinheiro para uma LV.


Sem grana pra comprar uma Louis Vuitton? Fica sossegada, compra uma My Other Bag (Minha Outra Bolsa) que fica chique igual. Ou mais!

Feita nos EUA, My Other Bag é ambientalmente consciente, socialmente mais experiente, e elegantemente divertida!

Orgulhosamente feita nos Estados Unidos, Los Angeles.



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Isabela: designer, estudou psicologia clínica, especialista em tecidos automotivos, trabalha inclusive com análise de tendências de design e comportamento humano. Está morando fora do país, por isso tem coisas interessantes para compartilhar.

setembro 25, 2013

Tênis Puma fácil de calçar, de plástico também.


Os sapatos da Puma são legais, a marca tem um sistema de reciclagem de tênis usados interessante (veja aqui) e agora também tem um tênis de plástico. Ah, fala sério!

Sim, um tênis como esses sapatos que eu vi na Aldo em Nova Iorque aqui. A diferença é que o da Puma tem o design de um famoso estilista japonês Mihara Yasushiro.

Estava na loja que visitamos e dessa vez deu para ver com detalhes. Pareceu interessante. Não é um plástico como os da Melissa. Esse é unissex e tem o clássico design do tênis Puma. Foi desenvolvido para mostrar como um sapado fácil de calçar, sem botões, zíperes ou cardaços (tipo o Crocs, eca!) pode ser cheio de classe.

Disponível em preto, cinza e amarelo. O preto é feio, falso, coitado. O amarelo é contemporâneo e o cinza deve coordenar bem com um visual moderno.

 Puma My-64 Slip-On by Mihara Yasuhiro




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Isabela: designer, estudou psicologia clínica, especialista em tecidos automotivos, trabalha inclusive com análise de tendências de design e comportamento humano. Está morando fora do país, por isso tem coisas interessantes para compartilhar.

setembro 24, 2013

Desemprego pra uns e falta de emprego pra outros, tanto aqui como lá.

Instrumento usado atualmente por recrutadores.
E mesmo assim está difícil, viu?!

A taxa de desemprego nos Estados Unidos tem ficado abaixo dos 10%, mas sempre acima dos 5%. Ficou em torno de 7.6% em julho. Um valor considerado alto para país de primeiro mundo. Curiosamente está cada vez mais difícil encontrar profissionais que queiram ou possam trabalhar.

Numa pesquisa americana com candidatos a diversas vagas, 80% dos entrevistados disseram ser difícil ou muito difícil encontrar posições adequadas. Entretanto, mais de 50% dos empregadores disseram ser muito difícil encontrar mão de obra. O que está acontecendo afinal?

Basicamente essas são 4 as reclamações das empresas e recrutadores:
- faltam candidatos disponíveis para a função
- baixos salários oferecidos pelos empragadores
- falta de habilidades específicas
- falta de experiência

A solução proposta por gente que entende do assunto é treinar e retreinar funcionários para as tarefas mais específicas.

Além disso, dizem que os funcionários precisam ser um pouco mais flexíveis com o que tem disponível no mercado de trabalho. Isso se eles quiserem mesmo um emprego fixo, com salário mensal, etc e tals. E os empregadores precisam entender que nem sempre o cargo será preenchido por um funcionário perfeito para a função. Às vezes, pelo salário pago ele vai ser o melhor que vão conseguir.

Tudo isso me lembra uma conversa entre gerentes sobre designers e funcionários do TI, mas essa fica pra mais tarde.


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Isabela: designer, estudou psicologia clínica, especialista em tecidos automotivos, trabalha inclusive com análise de tendências de design e comportamento humano. Está morando fora do país, por isso tem coisas interessantes para compartilhar.

setembro 23, 2013

Começou a briga pelo seu pulso, que venham os smartwatches.

A era do smartwatch está chegando, pelo menos para Ásia, Europa e Estados Unidos.

Para evitar o problema de pegar o celular a todo o momento, que tal um smartwatch? Ele parece um relógio de pulso, mas age como um smartphone e está bem ali no seu pulso. Você não corre o risco de ser inconveniente olhando o telefone a todo momento e também é bom para manter as mãos livres para dirigir, se bem que os jovens não querem mais dirigir.

A Apple ainda não tem um, mas Sony e Samsung estão no mercado.

Sony Smartwatch 2, disponível na Ásia e Europa.
Sem previsão para chegar nos Estados Unidos.
Samsung Note3 Gear, requer um telefone da mesma marca.
Será vendido nos Estados Unidos em Outubro por 300 dólares.


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Isabela: designer, estudou psicologia clínica, especialista em tecidos automotivos, trabalha inclusive com análise de tendências de design e comportamento humano. Está morando fora do país, por isso tem coisas interessantes para compartilhar.

Immigration debate and South Carolina

I've heard many things about immigration, but just now I've seen the South Carolina side.



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Isabela: Brazilian, designer, works with automotive fabrics in the US. She did psychology college as well and had enjoyed a lot. She is living abroad for while, maybe because this she likes trends, cultures and behaviors.

setembro 22, 2013

Barba Azul, continuação.


Por fim, “O BARBA AZUL”, conto inspirado no estilo de vida de um “serial killer”. Imaginem! “CASADO COM UMA LINDA MOÇA QUE VEM A DESAPARECER, O BARBUDO TORNA A SE CASAR. COMO A FATALIDADE VOLTA A ACONTECER, CASA-SE DE NOVO E DE NOVO, ATÉ QUE A ÚLTIMA DA SÉRIE VEM A DESCOBRIR : __ ELE MATAVA SUAS ESPOSAS E MANTINHA OS CADÁVERES BEM TRANCAFIADOS, EM CÔMODOS INDIVIDUAIS DO PORÃO.”

Embora as crianças morressem de medo do personagem estavam sempre pedindo à babá que contasse novamente a história do “BARBA AZUL”.

Uma certa noite em que a babá estava na roça (como na cantiga de ninar), as crianças esconderam da irmã mais velha (no lugar de D. Sanja) pedindo que fosse procurá-las, e ela foi. Achadas, pediram a ela que lhes contasse uma história. Embora sonolenta, cobriu seus irmãos em suas caminhas (semelhante à brincadeira de pique - esconde) e começou a embromar:

“Era uma vez um homem muito rico que morava no campo e criava cavalos. Tinha o maior luxo com seus animais. Cuidava de cada um com um alimento especial e os conservava em baias diferentes: de ouro, prata, pérola, diamante e pedras preciosas diversas.

Sentindo-se solitário mesmo com tamanha riqueza, O BARBA AZUL resolveu ir à cidade pedir a mão da moça mais linda em casamento. A festa durou três dias e três noites quando os cavalos ficaram soltos para que todos apreciassem o porte magnífico deles e achassem que viviam felizes, soltos naquelas verdes relvas.

Entediada naquela vida longe dos pais e irmãos, MARIALVA, esposa do BARBA AZUL, passa os dias escovando e alimentando os cavalos até que um dia, pisando no feno, sente um espinho no pé e exclama:

_Ai!

_O que aconteceu? – pergunta uma voz rouca.

Marialva olha para um lado e outro para ver quem poderia ter falado com ela. Só vê seus amigos, os bem tratados cavalos do BARBA AZUL.

_ Quero saber se posso ajudá-la?

Era o cavalo da baia de ouro falando!

_ Antes de ajudar-me  preciso saber como você aprendeu a falar.

E o animal começou a contar sua história:

_ Sou mitológico. Sei voar também. Depois de capturar-me, o BARBA AZUL colocou-me nesta baia de ouro que não é minha. Assim perdi a força para voar de volta ao meu mundo.

_E sua baia era de quê?

_De prata.

_Você acha que se eu trocar sua baia o feitiço se desfaz?

_Tenho certeza disso. Meus colegas estão todos nos lugares errados para não conversarem nem fugirem. Consegui soltar minha voz ao ouvir seu AI! Não suporto ver ninguém sofrer.

E Marialva conversou com os cavalos, e destrancando-os fez com que mudassem de lugar para recuperarem seus dons de nascença.

O primeiro cavalo, agradecido, disse então:

_ Levo-a onde quiser, pode montar-me.

_Então quero ir à minha cidade contar o que acontece aqui e dizer para os pais das minhas colegas que não deixem suas filhas se casarem com o BARBA AZUL por riqueza nenhuma.

E lá se foram os dois cruzando os céus num vôo suave. Olhando para baixo, viram o BARBA AZUL esbravejando e gesticulando para que voltassem ao seu domínio, mas eles não voltaram.

_Então os coitados dos outros cavalinhos não voaram para seus mundos perdidos? - Perguntou a única criança que ainda estava acordada naquele quarto.

_Não, porque eles queriam arrancar cada fiapo da barba daquele feiticeiro, de maneira que ele perdesse seus poderes malignos. É isto.

_Boa noite!

_Durma bem querida. O mal nunca vencerá, no reino do “FAZ DE CONTA”.


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Elisabeth Carvalho Santos desde alfabetizada lê tudo que aparece à sua volta. Depois de aposentada professora (não de Português) resolveu escrever. Colabora com o jornalzinho da família, participa de concurso cultural e coleciona seus textos para publicar oportunamente. Os assuntos brotam de suas observações, das conversas com amigos e são temperados com pitadas de imaginação e bom humor. Costuma afirmar que "escrever é um trabalho prazeroso e/ou um lazer trabalhoso que todo alfabetizado deveria experimentar algum dia".

setembro 21, 2013

Por que fabricar carros se os jovens americanos não querem dirigir?

Os pais americanos até querem que os filhos tirem carteira, mas eles não estão a fim.

Tudo bem os jovens americanos não se interessarem por uma carteira de motorista. Isso acontece porque eles escolheram opções menos poluentes e econômicas.

Será isso mesmo?

A resposta no texto de Joel Stein para a revista Time é não! Ele ainda mostra algo preocupante me lembrando o que se falava sobre a juventude perdida. Principalmente na Europa, por causa da falta de empregos, acima de 50% para os jovens. Os recém graduados que voltaram a morar com os pais por pura falta de trabalho e opção na vida.

Mas o desinteresse pela habilitação nos jovens americanos, segundo ele, acontece porque não veem o mínimo proveito na liberdade de ir e vir ou ainda, porque não querem compromisso com coisa alguma. E nem adianta projetar um carro super conectado às novas tecnologias como as montadoras estão desenvolvendo para o futuro (leia aqui). Numa recente pesquisa da Universidade de Michigan eles se dizem, em primeiro lugar muito ocupados (seriously?) e em segundo lugar porque os pais levam esses garotos a todos os lugares que querem ir. Fácil não é mesmo?

A preocupação com o meio ambiente apareceu em nono lugar, mostrando que os motivos reais devem ser mais próximos à depressão. Principalmente se pensarmos que esse é o país onde o automóvel e a liberdade eram celebrados no café da manhã com ovos e bacon.


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Isabela: designer, estudou psicologia clínica, especialista em tecidos automotivos, trabalha inclusive com análise de tendências de design e comportamento humano. Está morando fora do país, por isso tem coisas interessantes para compartilhar.

setembro 20, 2013

Jovens americanos não querem mais dirigir!

A revista Time publicou um texto muito interessante sobre a juventude americana e a falta de vontade que eles tem em dirigir. No país famoso pela cultura do transporte individual, ou seja, o carro, os jovens decidiram não tirar carteira de motorista. Será mais um sinal da nova geração perdida?

Vou ler o texto e posto em seguida. Aqui.

Quer ler direto da fonte? Está aqui.


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Isabela: designer, estudou psicologia clínica, especialista em tecidos automotivos, trabalha inclusive com análise de tendências de design e comportamento humano. Está morando fora do país, por isso tem coisas interessantes para compartilhar.

Corn-free dinner in Sao Paulo at Americas restaurant, try that!

Americas restaurant corn-free, gluten-free, dairy-free, grass feed beef dinner in Sao Paulo
 Address Avenida Paulista, 2295, Consolação, São Paulo  -  SP

The corn free life in Brazil can be tough, but not because the reasons you think.

Meat over there is grass feed, or corn free, if you prefer. Sugar is made from sugar cane, it's naturally corn-free. They have GMO labels in their products as you will see in my next post. Also the cheapest oil for fried food is made of soy beans. Great for Brazilians, but wait...

Here it comes the knock off of Brazilian corn-free lifestyle. Brazilian Government has decided to use only iodized salt all over the country. No one is allowed to use salt without iodine. In fact you don't find another kind of salt over there. This behavior is so cliche as the micromanage Brazilian way to deal with big issues. Seriously, do they need to decide what kind of salt I'm using in my lunch? Yes, they think they need do. 

Here starts the miserable life for those who's having corn allergy. Consider hiding your own sea salt or Himalayan salt in your suitcase if you are going to next World Cup in 2014. Also make sure you are ordering in a "cooking from scratch" restaurant with specific recommendations for no salt in your food.

I truly recommend you run away from buffet foods. I know Brazilians love them, they are easy to find everywhere, but they are plenty of iodized salt, which means they have dextrose (salt) in everything. It may include the greens as lettuce, arugula and so.

While I was in Sao Paulo I was luck for eating in a Americas restaurant, at Paulista Avenue. The manager was very conscious about food allergies he had made grilled beef with stewed vegetables for my dinner. Broccoli  red bell pepper, zucchini, and onion. It was so perfect! I had no reaction (I'm very sensitive to dextrose) and it made me feel confident to go back in the day after.

Don't forget to ask the pineapple mint fresh squeezed juice, and the extra virgin olive oil, it's from Portugal. They are the best in the world!

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Isabela: Brazilian, designer, works with automotive fabrics in the US. She did psychology college as well and had enjoyed a lot. She is living abroad for while, maybe because this she likes trends, cultures and behaviors.


DISCLAIMER
All material on this CORN FREE session is intended for reference only and should not take place of medical advice from a license practitioner. Please use common sense, do your own research, and consult your physician when making decisions about your health.

setembro 19, 2013

Estou desconectada para curtir você, tendência.


No distante ano de 2008 a tendência OFF=ON era anunciada e aqui tem um relatório falando disso. Estar OFF ou desligado do mundo real significava estar ON ou ligado à realidade virtual e isso era o que todos queriam. Se conectar era poder.

É fato que nos países desenvolvidos estar ON ou ligado sempre foi mais fácil por causa da acessibilidade e do preço dos eletrônicos, sem contar a disponibilidade dos 3Gs, 4Gs, etc. Nos outros países restavam as longas filas de espera por uma conexão que permitisse baixar vídeos com mais de 10 minutos sem morrer de tédio. Nada que uma noite inteira de download não resolvesse não é mesmo?!

Em meados de 2010 um nicho de consumidores começou a dar sinais de cansaço do crescimento estratosférico da vida on-line. É claro que este fato aconteceu nos tais países onde se podia acessar a qualquer momento todo o mundo virtual. Inclusive já existe solução para a pressão cibernética que sofremos ao volante. - O aparelho que bloqueia os sinais de celulares dentro dos carros faz isso se o aparelho não estiver no atendimento automático com viva-voz.

Agora o conceito OFF começa a aparecer também nos países em desenvolvimento (conversamos sobre isso no curso do ODES Como Comunicar Tendências). A tendência também é entendida como um movimento em direção ao silêncio e não tem nada a ver com o Silêncio dos Inocentes (filme) nem com o silêncio de quem não pode se expressar por repressões políticas ou sociais. Na verdade, está associada à exaustão devido à saturação do universo virtual no qual vivemos imersos hoje em dia.

Essa tendência do momento, ou melhor, essa contra-tendência ON-OFF fala de pessoas que buscam a contra-mão da proposta de ficar o dia todo blogando, twitando, pinando, curtindo e outros verbos afins. É um público que vê pais olhando a tela do celular enquanto filmam as apresentações dos filhos na escola e pensam: "Por que diabos eles não olham para seus filhos? As crianças estão em alta definição bem ali em frente e eles preferem ver através daquela minúscula tela?" - Louis C. K. faz essa piada em um de seus shows.

ON-OFF retoma o controle sobre o peculiar comportamento de viver plugado. E também não tem nada a ver com um retorno a vida espartana ou com renegar a tecnologia atual. Nem está relacionado ao conceito de bloquear sinais de celular pelo medo de contaminação das ondas malignas. A ideia corresponde ao controle sobre o mundo virtual, ao poder de desligar os celulares de todos os amigos que estão postando frases de efeito enquanto podiam falar essas frases com os que estão na mesa do bar. - A marca de cerveja Polar fez isso, veja o vídeo aqui.

Outros produtos charmosos e menos impositivos do primeiro mundo são o Cell Phone Blokkett e o Phonekerchief.


Adeus telefone, oi mundo!
Cell Phone Blokkett



Phonekerchief


Cole um adesivo nas costas do seu celular e deixe ele virado no almoço de negócios.
Pendure um botton na roupa para encontrar alguém especial.

E o que dizer de um carimbo que mostra que seu celular está desligado para você curtir um jantar a dois?

Conhece outro produto que tem a ver com essa tendência? Comente com a gente.


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Isabela: designer, estudou psicologia clínica, especialista em tecidos automotivos, trabalha inclusive com análise de tendências de design e comportamento humano. Está morando fora do país, por isso tem coisas interessantes para compartilhar.

setembro 18, 2013

Museu da BMW e Andy Warhol


Em 1975 a BMW deu início ao projeto de carros de arte, Art Cars, chamando artistas plásticos para usarem um carro como tela. Andy Warhol fez um desses em 1979 e a miniatura está exposta no museu da BMW, na Carolina do Sul.

O carro foi cuidadosamente pintado por Warhol em escala real por 23 minutos evitando assim que a tinta não ficasse craquelada ou escorrida. Todas as janelas tiveram que ser removidas e recolocadas após a pintura. Andy queria simular um carro em alta velocidade, por isso a pintura tem manchas e borrões propositais.

Os carrinhos em escala 1:18 eram uma edição limitada e foram vendidos, na época, por 125 dólares cada. Atualmente, se você tiver muita sorte até consegue ver algum sendo leiloado pelo mundo.

BMW e Andy Warhol, 1979.

Outros carros e motores estão expostos neste museu que fica ao lado da fábrica em Spartanburg na Carolina do Sul. Um tour virtual de 10 minutos é disponibilizado quando a visita à fábrica não é possível. Isso porque quando estão iniciando a produção de um carro novo, somente funcionários tem acesso à planta.

Vale a pena!

Carro do agente 007

Carro bem antigo.

Romisetta vermelha de frente, charmosa.

Visão de uma parte do museu e a Romisetta camping.

Visão lateral da Isetta.
Romisetta de viseira.

Foto de época, quero ver alguém confiar nessa barra de direção hoje.

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Isabela: designer, estudou psicologia clínica, especialista em tecidos automotivos, trabalha inclusive com análise de tendências de design e comportamento humano. Está morando fora do país, por isso tem coisas interessantes para compartilhar.

BMW Museum and Andy Warhol


In 1975, BMW started the project called Art Cars. They invited artist to paint a BMW vehicle with their technique. Andy Warhol did one of those in 1979, and the miniature is at the BMW Museum in South Carolina.

The model was hand painted by Warhol in real scale in 23 minutes to avoid defects on the painting. All windows needed to be removed and replaced after the art work. Andy wanted to simulate the high speed doing blur and splited ink simulatons.

The 1:18 special edition miniatures were sold for 125 dolars that time, but nowadays they are rare, and expensive.

BMW and Andy Warhol, 1979.

More cars and engineers are there, in the BMW Museum besides the BMW plant in Spartanburg, South Carolina. A 10 minutes virtual tour is avaliable when is not possible visit the plant. It~s happen qhen they have a new model coming to the market.

Have fun you too!

Agente 007's car.

Old models.

Charming red Romisetta.

Big picture of the Museu, and the "Isetta" for camping.

"Isetta" again.
"Isetta" wearing a hat.

Old style photo, and funny models.


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Isabela: Brazilian, designer, works with automotive fabrics in the US. She did psychology college as well and had enjoyed a lot. She is living abroad for while, maybe because this she likes trends, cultures and behaviors.

setembro 17, 2013

Romero Britto na Grove Arcade Asheville

Site do Romero Britto aqui 

Muito se fala da originalidade (ou da falta dela) nas obras do artista plástico Romero Britto. Alguns dizem que é alegre e despojada, outros falam que é uma pop arte diluída e sem graça, mas os fatos são: ele é o artista brasileiro mais famoso do momento e o mais reconhecido pelas celebridades americanas. Outros pontos importantes são: ele tem reconhecimento dos críticos e você encontra obras dele em todos os lugares do mundo, literalmente.

Os dois aeroportos de Nova Iorque tem maçãs do Romero. Essa fica no internacional, JFK.


Quando fui a Korea vi a propaganda de uma exposição que havia na estação de Seoul. Não tenho mínima ideia do que é essa estação, mas reconheci de longe o Romero pendurado no paredão.


E não é que encontrei mais Romero numa loja bem charmosa dentro do Grove Arcade em Asheville?



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Isabela: designer, estudou psicologia clínica, especialista em tecidos automotivos, trabalha inclusive com análise de tendências de design e comportamento humano. Está morando fora do país, por isso tem coisas interessantes para compartilhar.