agosto 28, 2013

Recicle bin, O Boticario store

O Boticário store in Sao Paulo. On the right corner... it's a bring back bin.

Browsing in a popular mall at Sao Paulo, I found a bring back bin like I've seen in a Puma store (see here).

Wow it's look like a recicle bin...
Yes, it's a bring back bin!

O Boticario is the second biggest brand in cosmetics in Brazil. The O Boticario Foundation helps environmental education programs for direct fauna and flora protection actions all over Brazil. Do you want to know more about it? Click here. Or here.


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Isabela: Brazilian, designer, works with automotive fabrics in the US. She did psychology college as well and had enjoyed a lot. She is living abroad for while, maybe because this she likes trends, cultures and behaviors.

agosto 27, 2013

Veja mais sobre a File, Festival Internacional de Linguagem Eletrônica em São Paulo.

English here.
Exposição interativa no File Festival, São Paulo.

Mais arte eletrônica interativa no File o Festival Internacional de Linguagem Eletrônica. Esta exposição muito legal você vê em São Paulo até dia 1 de setembro.

Com um dispositivo eletrônico como celular ou ipad, o expectador consegue ver uma diferente apresentação das obras clássicas que foram expostas.



Nome: ARART 
Takeshi Mukai, Kei Shiratori & Younghyo Bak
Japão

Eu fiz um post sobre outra obra que você pode ver aqui.

More about File Festival in Sao Paulo


Interactive exibhition at File Festival, Sao Paulo.

More about the File Festival, the Eletronic Language International Festival. This is a very nice exibhition you'll see in Sao Paulo until September 1st.

Using an eletronic product, like a mobile or an ipad, you'll see a different perspective in a classic piece of art.



Name: ARART 
Takeshi Mukai, Kei Shiratori & Younghyo Bak
Japan

Do you wanna see more from File? Click here.



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Isabela: Brazilian, designer, works with automotive fabrics in the US. She did psychology college as well and had enjoyed a lot. She is living abroad for while, maybe because this she likes trends, cultures and behaviors.

agosto 26, 2013

Quer morar no interior?


Residir numa cidade interiorana de pequeno porte, até 50.000 habitantes, por exemplo, pode ser bom e proveitoso para ambos: o (a) aposentado (a) e a cidade. Esta ganha, novo/velho habitante, quase sempre com iniciativas voluntárias a beneficiar a comunidade local, aquele (a) ganha com ritmo de vida mais sossegado, menos poluição, mais calor humano. Não raro, os que chegam, acabam trazendo coisas novas, maneiras diferentes de solucionar problemas, contribuem com artigos publicados nos periódicos locais, programas voluntários de ajuda ao próximo, e até se unem aos demais colegas em situação semelhante e trabalham!

Esse trabalho, de ajuda recíproca ou troca, chega a ser modelo de tão interessante! Algumas pessoas já trazem idéias do que fazer: arte, artesanato, plantação, colheita, consertos, livro, resgate da história local e até reformas e construções. Nem sempre edificam primeiramente o próprio sonho, pois aprenderam na vida a discutir de maneira democrática o mais necessário ao momento.

Ser bem recebido (a) é essencial aos primeiros contatos. Geralmente são os parentes a fazer isto. O primeiro círculo de amizades é de parentes dos parentes e de amigos dos amigos. Depois vêm os colegas do “jaque”. São os que, despretensiosamente se aproximam, entabulam conversa e fazem o convite:

-“Já que” você encontra-se aposentado, quem sabe aparece um dia na nossa Associação a colaborar conosco? _E é assim que o novato vai tornando-se de casa. 

Ao chegar, em sua terra natal, tímida e modestamente aposentada, Rosa curtiu a ausência do horário rigoroso de seu emprego e a liberdade só experimentada ali mesmo, em tempos idos de uma “infância querida, da aurora da vida”, que nada faria voltar.

Logo descobriram sua habilidade artística e ela ensaiou uma ida regular às escolas locais para ajudar no que fosse necessário.

No inverno, saindo à caminhada, de manhãzinha, teve ímpeto de voltar assustada com as pessoas que viu nas esquinas e portas das casas: vestidas de roupas pouco comuns, algumas peças superpostas, gorro, luvas e ainda carregando um embornal de forma e cor indefinidas (depois soube que dentro havia marmita e garrafa térmica). Aguardavam ali a passagem da condução a levá-las: caminhão com capota de lona e bancos na carroceria. Eram os apanhadores da safra anual de café, seguindo para as fazendas, sítios, chácaras, roças donde traziam sustento pro ano todo. Ao ser proibido esse tipo de transporte de risco, pelo número de vítimas feitas no país, novas soluções surgiram: eram kombis, vans, carros comuns a fazer o transporte do trabalhador para o meio rural. Os mais jovens até tentaram ir de moto para descobrirem, que esse veículo era muito caro para se acabar na poeira do chão irregular, sujeito a chuvas, derrapagens de encontro a pedras e barrancos e muitos dias de molho para curar as dores.

Rosa decide então que vai retratar tudo aquilo em sua arte. Pintou um quadro, dois, vários... Tudo em tons suaves, idealizado, quase romântico!

Não satisfeita resolve ver de perto a atividade da colheita. Tinha umas amizades na vizinhança, conversou e foi junto numa manhã de julho, o mês mais frio do ano. Lá chegando, andou pelas ruas do café, observou, perguntou e arriscou a ajudar uma idosa a encher o pano. Encerrando a jornada, voltou pra casa e pôs tudo no computador.

Era um pessoal que acordava muito cedo, antes do sol. De muita coragem pra se por de pé naquela friagem da madrugada. Muito trabalhador também, pois começava o dia preparando café pra beber e encher as garrafas, e o almoço que ia levar.

A condução passava e pegava os apanhadores de café conforme o combinado: na porta de casa, em grupos nas esquinas, ou uns nas casas dos outros colegas. Se parasse menos seria mais rendoso o tempo, o serviço, o dinheiro. E lá iam eles sacolejando nas poeirentas estradas rurais. Nem conversavam. Uns conseguiam cochilar, talvez pela idade que já não era pouca. Nem muita, mas apresentavam bem mais do que os anos vividos na luta pela sobrevivência com o suor do rosto. Dizem que a vida saudável do campo faz viver bem. Ali, observando rostos, cabelos, mãos e pés deles, não dava para concluir que desfrutavam de boa qualidade de vida. Alguns vestiam a mesma roupa a semana toda, para ver água e sabão só no sábado, quando tinham tempo. As luvas, que seriam proteção, desgastavam-se depressa e eram usadas assim mesmo. Os calçados variavam de botinas de couro, tênis surrados, a botas e chinelos de borracha. Enquanto os homens cobriam a cabeça com boné ou chapéu de palha, as mulheres amarravam lenço sobre os cabelos, antes de colocar o chapéu.

Chegando à plantação, a turma se espalha pelas ruas de café, dando continuidade ao serviço já começado anteriormente. Pano estendido ao chão, mãos à obra, de galho em galho, derrubando os frutos vermelhos e brilhantes.

Completando a capacidade do pano, cada apanhador leva ao “tomador de conta” que registra diante do nome a quantidade de fruto colhida. Sempre os mais jovens à frente, enchendo panos e mais panos, em seguida as mulheres e depois os idosos, todos satisfeitos com o pagamento na sexta feira. Depois de almoçarem e descansarem proseando por ali mesmo, a tarde voa.

A região não sofre desemprego esporádico. Ora colhendo café, ora tangerina, é possível obter dinheiro pro ano todo. De tradição rural, os que residem no campo conseguem fazer render os ganhos com energia elétrica mais barata e água de mina. Os residentes na cidade complementam a renda com o trabalho de domésticos.

Às dezesseis horas saem todos juntos, cansados, na condução que os trouxe. Mães de família passam nas creches pegando os filhos pequenos antes de retornar ao lar para as tarefas restantes. Outras aguardam em casa o ônibus escolar a trazer o resto da turma.

Assim passa o período da colheita.

Há quem diga que os apanhadores de safra ganham muito bem. Rosa conclui que ganham com muita honradez o pão nosso de cada dia, isto sim. São bons exemplos de gente que trabalha para o engrandecimento do país!

E o quadro pintado por ela depois dessas andanças, ficou tão realista que se podia sentir o sabor e o cheiro de café coado na hora.

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Elisabeth Carvalho Santos desde alfabetizada lê tudo que aparece à sua volta. Depois de aposentada professora (não de Português) resolveu escrever. Colabora com o jornalzinho da família, participa de concurso cultural e coleciona seus textos para publicar oportunamente. Os assuntos brotam de suas observações, das conversas com amigos e são temperados com pitadas de imaginação e bom humor. Costuma afirmar que "escrever é um trabalho prazeroso e/ou um lazer trabalhoso que todo alfabetizado deveria experimentar algum dia".

agosto 25, 2013

Um irlandês, uma fanfarra e o rock n' roll na Paulista.


São Paulo continua um mix de tudo que pode se encontrar no mundo.

Em três, dos quatro cantos de uma esquina da qualquer da Avenida Paulista, numa quarta-feira normal, quase na hora do rush tocam: um irlandês, uma bandinha e o Fernando Loko.

E as mina fica ligadona, mano.

- Tommy Headon veio com sua Gibson passar um tempo nas terras Brasilis, está procurando uma banda para tocar e já sabe agradecer em português, oubrigadu. 



- Fernando Loko mordendo a Fender pra tirar um Jimmy Hendrix.




- E a fanfarra veio de uma cidadezinha do interior Mins ganhá um dinheirin, sô!



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Isabela: designer, estudou psicologia clínica, especialista em tecidos automotivos, trabalha inclusive com análise de tendências de design e comportamento humano. Está morando fora do país, por isso tem coisas interessantes para compartilhar.

An Irish guy, a rock n' roll, an old school band, and Sao Paulo city


Sao Paulo is a mix of cultures, and a place you will find people from everywhere.

No far away from each other, in different corns of the Paulista Avenue, in a normal Wednesday, afternoon, three different kind of musicians. They are playing for who is walking there: an Irish guy, a rock n' roll band, and the old school band.

I did records for who wants to know this mixed culture called Sao Paulo.

- Tommy Headon is in Brazil for while with his Gibson, he's looking for a local band to play, and stay for good. He can say thank you in Portuguese, ab-ree-gato.



- Fernando Loko and band. He bites his Fender trying to provide Jimmy Hendrix for rushing people.


- The old school band came from another state for making money in the big city.




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Isabela: Brazilian, designer, works with automotive fabrics in the US. She did psychology college as well and had enjoyed a lot. She is living abroad for while, maybe because this she likes trends, cultures and behaviors.

agosto 24, 2013

Tocando música em taças, File Festival

Edison tocando música nas taças. File Festival, São Paulo.

File o Festival Internacional de Linguagem Eletrônica é uma exposição muito legal que você vê em São Paulo até dia 1 de setembro.
Movendo as mãos sobre as taças é possível definir novos padrões de som. O jogo usa um conceito antigo proposto por Benjamin Franklin, mas reinventado como uma filarmônica de copos.



Nome: Homage to B. Franklin
Nacho Cossio & Fernanda Ramos
Espanha


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Isabela: designer, estudou psicologia clínica, especialista em tecidos automotivos, trabalha inclusive com análise de tendências de design e comportamento humano. Está morando fora do país, por isso tem coisas interessantes para compartilhar.

Touch kindly the glasses, the electronic music.

File means Eletronic Language International Festival, it's an exbhition you'll see in Sao Paulo until September 1st.

Mr. Edison touch kindly the glasses, File Festival Sao Paulo, Brazil.

Moving the hands over the glasses, it's possible to define new sound patterns. The game is using an old concept proposed by Benjamin Franklin, now reinvented as a new glass harmonica.



Name: Homage to B. Franklin
Nacho Cossio & Fernanda Ramos
From: Spain


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Isabela: Brazilian, designer, works with automotive fabrics in the US. She did psychology college as well and had enjoyed a lot. She is living abroad for while, maybe because this she likes trends, cultures and behaviors.

agosto 23, 2013

Brozeamento americano para o verão

Bronzeamento sem sol com aerógrafo.

Daqui há pouco o verão termina e eu não falei sobre os bronzeamentos americanos. Você imagina que ficam tomando sol, mas não! Eles não vão à piscina ou praia. Para perderem o branco puríssimo eles (elas) correm para as clínicas de bronzeamento artificial. Muito comum no verão quando são convidados (as) para festas de casamento, formaturas ou evento social onde as roupas vão ser mais decotadas e curtas.

Existem vários tipos, mas no cartaz dá para ver o que estavam oferecendo na academia. Última geração, feito por um especialista "designer". Um estilo mais realístico com aerógrafo, uau! Dura uma semana se o banho não for caprichado ou três dias se você tomar banho direito. Você controla a duração e azar de quem precisa ficar ao seu lado.

Outro opção é usar a cama de luz. Os clubes, spas e academias também oferecem esse serviço. Essa estava num condomínio de apartamentos.

Cama de luz para se bronzear.

E nada de sol para bronzear, porque a maioria das pessoas só vai conseguir ficar queimada mesmo, vermelho tipo camarão.



E os Mississippis do vídeo? É uma das maneiras que as crianças americanas contam os segundos. Outras pessoas contam "one-one thousand, two-one thousand". Semelhante ao que fazemos no Brasil contando "mil e um, mil e dois, mil e três" ou "vinte e um, vinte e dois, vinte e três".



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Isabela: designer, estudou psicologia clínica, especialista em tecidos automotivos, trabalha inclusive com análise de tendências de design e comportamento humano. Está morando fora do país, por isso tem coisas interessantes para compartilhar.

Corn-free raisin, found in Brazil, from Argentina.

Check this out! In Sao Paulo I found this raisin which is USDA organic approved. Gluten-free on the back label, and corn-free also. Why? Because it's organic raisin without seeds in a sunflower oil, not corn syrup. It's from Argentina. Yummy! 





Information:
80 calories or 4% in 2 tablespoons
19g carboydrates or 6%
1g proteins or 1%
2g of fibers or 8%
0 sodium
0 total fat

Gluten-free in Portuguese is "não contém glúten".

Ingredients"
Organic raisin without seeds - uva passa orgânica sem semente
Organic sunflower oil - óleo de girassol orgânico.


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DISCLAIMER
All material on this CORN FREE session is intended for reference only and should not take place of medical advice from a license practitioner. Please use common sense, do your own research, and consult your physician when making decisions about your health.

Isabela: Brazilian, designer, works with automotive fabrics in the US. She did psychology college as well and had enjoyed a lot. She is living abroad for while, maybe because this she likes trends, cultures and behaviors.

agosto 22, 2013

Com licença, por favor e muito obrigada, mano.

English here.
Praça da Bandeira, São Paulo

Depois de algum tempo fora do país tive várias surpresas no retorno à pátria amada, salve, salve. Situações bem ruins que, mesmo esperadas, estavam esquecidas em algum compartimento da minha memória. Mas eu não vou comentar nada sobre elas porque reclamações desse tipo a gente lê em qualquer feicibuqui ou iu-tubi de gente que ganha a vida para reclamar.

E vai falar do que, mano?

Dos trabalhadores que mesmo sem dizer uma palavra do português bem-educado (com licença, obrigado, de nada) conseguiram ser gentis.

Explico.

Deixei o carro num estacionamento para ir num lugar onde não permitem a entrada de celular. Foi quando o funcionário viu minha bolsa - de tamanho normal - e me alertou dizendo que "também estavam encrencando" com outras coisas. E completou falando que seria melhor levar só carteira e documentos. Agradeci, abandonei minha maleta e ele me desejou boa sorte. Na volta, ainda mandou um modesto "deu tudo certo"?

Isso foi algo gentil. Muito gentil mesmo. Eu não paguei nada a mais pela ajuda dele. O preço é fixo, não existem gorjetas. E ele me ajudou muito. Não precisei ser barrada, nem voltar ao carro para deixar algum badulaque que teria esquecido no fundo da minha mochila.

Considere ainda: a frequência normal de retorno ao específico lugar gira em torno de 5 a 10 anos. Ou seja, a gentileza foi pura e autêntica.

E eu nem guardei o nome do estacionamento para escrever aqui.

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Isabela: designer, estudou psicologia clínica, especialista em tecidos automotivos, trabalha inclusive com análise de tendências de design e comportamento humano. Está morando fora do país, por isso tem coisas interessantes para compartilhar.

Brasil, polite people or not.

Praça da Bandeira, "Flag Square", Sao Paulo, Brazil.

After a long time living abroad I had good surprises going back to Brazil. Not all situations were good, of course, but I want to talk about the good ones. I think it's easy to complain, but it's difficult to say a compliment.

What am I talking about?

In Brazil people aren't polite like we use to see in the US. Not all salesperson either. I'm saying they don't use the normal polite words in Portuguese as: "thank you", "welcome", "excuse me". Those words seem to be very unfashion in Brazil nowadays. However they were very friendly, and helpful.

I'll explain below.

I parked my car in a private parking lot to go to a place where the use of cell phone is forbidden. The employer at the entrance saw my husband phone and remmind us that. After talking to him, he saw my purse - normal size - and said that my purse could be an issue as well. He recommended me to just take my wallet and documents. I said “thank you”, and he answered "good luck". When I came back to pay, he asked "everything was good?"

This situation was very unexpected, and friendly. I wasn't paying anything else for that help. The price at the parking lot has is the same with or without help.

Neither I have the name of the parking lot to tell you.

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agosto 21, 2013

O que o Brasil sabe do México e a Imaginarium

Imaginarium

Tudo o que um brasileiro comum entende da cultura mexicana pode ser resumido ao programa do Chaves, as pimentas, os cactos do deserto e ao bigodão com chapelão, certo? Mas se for um designer, artista ou alguém que segue o circuito cult da cidade também vai conhecer a Frida Kahlo e as tradicionais caveiras do artesanato chicano. Eu acho isso.

Então foi passeando pelo shopping que me surpreendi com o catálogo da Imaginarium e a capa #euvistoméxico.

E não é que a propaganda tem pimenta - um ponto pra Imaginarium!

Contra capa do folder da loja.

Cactos!  Eles estavam lá e então, mais um ponto pra eles!

Página 34

A modelo super inspirada na Frida compareceu também - ponto! 

Página 22

As caveiras da festa dos mortos - meio ponto porque o esqueleto já configura algo um pouco diferente, mas vou dar uma colher de chá.

Página 7 do folder.

E como não podia faltar, sombreiro e bigodão - total 4.5 pontos pra Imaginarium

Página 35

Faltou o Chapulín Colorado (e ainda bem, porque ninguém aguenta mais).
Eu fiquei com um total de 6 pontos.

Por isso eu vou ali comemorar com uns tacos e umas tequilas. Arriba!!


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Isabela: designer, estudou psicologia clínica, especialista em tecidos automotivos, trabalha inclusive com análise de tendências de design e comportamento humano. Está morando fora do país, por isso tem coisas interessantes para compartilhar.

Guava fruit bars, love it now!

Guava bar, wow!

I've told you about my passion abou the banana bars sold in Brazil. Today I've found this Guava bar made by Ralston. The Brazilian flag is charming. If you like guava, you'll love it.

It's made with guava, sugar from sugarcane and nothing else. It's gluten-free, but full of vitamin C and lycopene, a natural antioxidant.

Without preservatives, it's made with fresh fruits from a farm in Brazil.

More information:
96 calories or 5% in one unit
23,5 g carboydrates or 8%
0,3 g proteins or 1%
1,5 g fibers or 6%
0,5 mg Sodium or 0%




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agosto 20, 2013

Barrinha de fruta, goiabada.

English here.
Lanchinho de goiabada, oba!

Eu acho muito prático poder carregar por aí essas barrinhas de banana. Agora eu descobri uma barrinha de goiabada da Ralston. Tem super a ver com o Brasil e a bandeirinha dá um charme especial. E se você gosta de goiaba, vai gostar delas também.

Feito com goiaba, açúcar e só. Não contém glúten, mas tem naturalmente vitamina C e licopeno, um antioxidante natural.

Sem conservantes a guloseima é feita com frutas frescas e receita tradicional.

Outras informações:
96 calorias ou 5%
23,5 g carboidratos ou 8%
0,3 g proteínas ou 1%
1,5 g fibras totais ou 6%
0,5 mg sódio ou 0%

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Isabela: designer, estudou psicologia clínica, especialista em tecidos automotivos, trabalha inclusive com análise de tendências de design e comportamento humano. Está morando fora do país, por isso tem coisas interessantes para compartilhar.