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junho 18, 2015

De onde veio a inspiração para Game of Thrones?

Cersei ou Margaret of Anjou

Talisa Stark ou Anne Boleyn

Melisandre ou Bloody Mary

Khaleesi ou Queen Elizabeth I

Brienne de Tarth ou Joana D'Arc

Joffrey ou Caligula

Henry VIII ou Robert Baratheon

Agora você vai saber ainda mais porque esse vídeo explica toda a trama.



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abril 16, 2015

No Vale das Sombras e a reflexão sobre a fidelidade

 

No Vale das Sombras é um filme de 2 horas e 4 minutos lançado em 2007 que apesar de ser uma ficção, foi baseado numa história real. O nome em inglês, "Valey of Elah" fala do lugar onde aconteceu a batalha entre Davi e Golias.

Este é mais um filme americano de guerra, mas não é de maneira nenhuma um filme sobre a guerra. Mais do que isso, esta película permeia várias guerras e alguns temas bons para reflexão em aulas de ética, psicologia, sociologia ou da vida cotidiana mesmo.

Um dos assuntos do filme que pouco se comenta por aí é a fidelidade. Essa não é qualquer fidelidade e isso você vai percendo gradualmente. Fica nas entrelinhas das conversas, nas atitudes dos personagens e na envolvimento por baixo da trama.

A lealdade se faz presente desde o início do filme, logo quando o policial aposentado Hank (Tommy Lee Jones) sai de casa em busca do filho Mike (Jonathan Tucker) recém chegado da guerra do Iraque. No caminho, o policial corrige a posição de uma bandeira americana que foi hasteada de cabeça para baixo. Lealdade ao país, às intituições e a ordem instituída. Ele explica ao imigrante que nos Estados Unidos a bandeira de cabeça para baixo significa "desesperança, tudo está perdido".



Sem saber que esse era um presságio, Hank continua sua busca e vai encontrando pedaços (literalmente) da história do filho na guerra que aconteceu num país distante. Então ele encontra a detetive, Emily Sanders (Charlize Theron) que vai ajudá-lo na busca investigação. Traindo a ordem das coisas, na delegacia ela tenta fazer seu serviço enquanto os colegas, ao contrário, continuam fieis aos deboches e zombarias de quem nada pretende fazer.

No grupo de soldados que Mike participava, a lealdade também se apresenta. Nenhum dos garotos pretende trair o entendimento estabelecido pelo grupo, "nem mesmo Mike o faria" diz o colega. Num certo momento do filme o mesmo colega desabafa ao pai de Mike, "eu vi o que ele fez com a criança, mas se me perguntarem eu vou dizer que era um animal porque foi o que aprendemos aqui".



A medida que o filme avança, o desesperança toma conta da sua sala. Aquela desilusão da bandeira de cabeça para baixo. Até mesmo para a esposa do ex-policial, sempre fiel às decisões do marido. Ela agora lamenta ter perdido dois filhos por causa da cega devoção do marido à pátria. Joan (Susan Sarandon) implora para, pelo menos ver o corpo do filho. Ela consegue, em partes.

Enfim, um filme muito bom para refletir sobre apegos que ofuscam a nossa visão da realidade. Não assista se estiver meio deprimido ou vai descer uns 10 degraus na escala buraco depressivo.

  1. Here is the relevant part of the US Code of Laws regarding how to fly the flag when in distress: THE UNITED STATES FLAG CODE. Title 4, Chapter 1. § 8(a)The flag should never be displayed with the union down, except as a signal of dire distress in instances of extreme danger to life or property.
Aqui está a parte relevante do Código de Leis dos EUA a respeito de como a arvorar a bandeira quando em perigo: O código da bandeira dos Estados Unidos. Título 4, Capítulo 1. § 8 (a) A bandeira nunca deve ser exibida com a união (parte azul com estrelas) voltada para baixo, exceto como um sinal de grande aflição em situações de extremo perigo à vida ou à propriedade.


Já assistiu esse filme? O que achou, conte para nós!


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abril 13, 2015

Refém da paixão, o filme e sua psicologia.


Inspirado no livro de Joyce Maynard com o mesmo nome, Labor Day foi lançado em 2014 no Brasil. O nome em inglês significa dia do Trabalho que é um feriado no começo de setembro, também marca o final do verão nos Estados Unidos. Estreando em 2013 nos EUA, Refém da Paixão tem 1 hora e 51 minutos e foi dirigido por . Os atores principais são Kate Winslet, a depressiva Adele; Josh Brolin, o fugitivo Frank e Gattlin Griffith, o filho de Adele, Henry.

A trama lembra um filme romântico água-com-áçucar, daqueles para se assistir nas férias à tarde quando não se tem nada melhor para fazer, certo? Não se iluda, este filme tem vários pontos de debate e aprendizagem.

Então vamos aos pontos principais, na ordem mais fácil para eu escrever.


Adele é uma jovem suave e bonita quando se dá conta da paixão pela dança e por um rapaz que viria a ser seu marido. Tudo é inocentemente adocicado como o frescor da juventude até que eles se casam e tentam formar uma família. Entretanto, como ela mesma explica, "meu corpo parece não conseguir manter os bebês aqui dentro". Apesar disso, o casal tem um filho, Henry, que ficará ao lado da mãe a maior parte de sua vida.

O casal continua tentando outros filhos e sofrendo o amargor de uma família que tem um filho só. A frase pode soar estranha para algumas mulheres que optam por terem uma ou nenhuma criança, mas mesmo o antigo testamento diz "de preferência um casal". Hoje perduram as indiretas "quem tem um não tem nenhum", "filho único fica mimado" e outras exigências veladas.


Nessa fase, a tênue Adele perde o apoio do marido, ele não resiste e cai nos braços da secretária, um clichê. Ela não resiste e mergulha fundo na culpa da mulher que não consegue formar uma família, outro clichê. Vivendo uma depressão sem fim, ela chega ao esgotamento físico e mental. Clichês à parte, é sabido que o corpo feminino se consome a cada aborto, expontâneo ou provocado.

Este pode ser motivo para debater um tópico que gera bastante confusão, o aborto. Estendendo a discussão para o aborto intencional e suas consequências sociais, físicas, mentais, de curto e longo prazo. Sem a pretenção de discutir aqui valores religiosos conscienciais do momento da concepção ainda é possível embarcar no campo dos argumentos. No Brasil as pessoas ficam limitadas a "poder decidir o que fazer do próprio corpo" ou "o número de mulheres que morrem em clínicas clandestinas". A meu ver uma conversa limitada que pouco fala das consequências observadas em países mais experientes no assunto. Alguns números que exemplificam o que quero dizer estão no final do texto ou aqui.

Seguindo em frente, a culpa e as raízes da doença (depressão) tomam conta do casamento descosturando as relações entre o casal. Na falta de possibilidades, o depressivo se vê impossibilitado de viver. Adele e seu filho se tornam vulneráveis ao estranho que encontram no mercadinho. Ele diz que vai embora no dia seguinte e ela fala "fique um pouco mais". 


Talvez o único motivo pelo qual o garoto tenha continuado íntegro seja pelos valores morais que foram preservados. Diferente do pai que foge com a secretária, não há escapismos da parte de Adele, nada de drogas ou alcoolismo. Ela entende que tem um filho para criar e o faz sem reclamar. Seguindo o exemplo da mãe, o menino entende que precisa ajudar sua mãe e aprende a ser adulto. Ambos aceitam suas condições e crescem na cooperação.

Assista o filme, mas não se esqueça de olhar além do melado romance de cabeceira.



E você? Assistiu o filme? Gostou?



março 31, 2015

Django livre, o filme que mostra a escravidão no sul dos Estados Unidos

Dicas do Sul dos Estados Unidos

Django Livre, filme de 2012

11. Filme de Tarantino sobre a época escravocrata americana  (leia os outros tópicos aqui)

Escrito por Quentin Tarantino o filme conta a história de Django, um escravo que encontra a liberdade depois de trabalhar para um caçador de recompensas nos Estados Unidos.

Estrelado por  (Django) (dentista alemão Dr. King Schultz) (Calvin Candie) e Kerry Washington (Broomhilda) a película estilo faroeste americano começa quando Django é encontrado pelo caçador de recompensas Dr. Schultz. O alemão é um ex-dentista que está em busca de 3 homens procurados pela justiça americana.

Cartaz "Procurados, mortos ou vivos"

A tarefa de Django é ajudá-lo na identificação dos homens e em troca receberá a merecida liberdade. No decorrer da caçada, o alemão se identifica com a história de vida do escravo e a separação da esposa, uma escrava que fala alemão fluente.

A dupla captura o trio e uns outros bandidos enquanto a amizade entre eles se fortalece. Durante o inverno a pareceria se consolida em meio às aulas de tiro que o tímido ex-escravo tem com o experiente caçador de recompensas. Esse treinamento também vai garantir  o sucesso de ambos na busca da doce e amada Broomhilda. 

Broomhilda Von Shaft

Eles saem em busca de Broomhilda, começando pelo local onde, aparentemente ela parece ter sido comprada pela última vez. A cidade é Greenville, no Mississipi (não na Carolina do Sul) e era o maior mercado de escravos da época. Era onde ela estava vivendo, se é que pode-se dizer...

O filme estilo faroeste de 125 minutos foi escrito por Tarantino e lançado em 2012. A integração entre as cenas que fazem duras críticas à época, o humor inteligente e o hiper-realismo gera uma combinação ideal para a tarde de sábado. Lembre-se de limpar o sangue que vai escorrer da TV principalmente na cena onde Django encontra, na esperança da reconstrução de sua família, o auge de seu heroísmo. 

"Termine o serviço"- ele diz para o escavo vencedor da luta.

Quase esqueço de falar que o Leonardo de Caprio aparece em mais um daqueles papéis de milionário excêntrico. Dessa vez ele é o feroz dono de Candieland, uma das maiores plantações da região. Adepto das lutas entre escravos que normalmente terminam com a brutal morte do perdedor.

Curiosidade: Django é uma ficção levemente inspirada na história de um "homem da lei" e ex-escravo que viveu no início dos anos 1800 no sul dos Estados Unidos. Bass Reeves nasceu escravo no estado de Arkansa em 1832 e desde cedo chamou a atenção por suas habilidades. Devido a grande aptidão para a montaria e tiro, tornou-se guarda costas de seu senhor e por isso serviu na Guerra dos Confederados ao lado dele. Depois de obter a liberdade, Bass trabalhou como delegado de polícia para sustentar sua esposa e família no Mississipi.

Bass Reeves, o verdadeiro Django.



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dezembro 25, 2014

Entrevistando um ditador norte coreano, The Interview

Aaron Rappaport (Seth Rogen) e Dave Skylark (James Franco).

O filme The Interview finalmente foi ao ar depois de toda a polêmica envolvendo um ataque cibernético aos arquivos da Sony e horas de um outro país inteiro sem conexão com a internet. A mídia especula de tudo um pouco e de fato somente alguns cinemas independentes assumiram o risco de exibir a comédia nos Estados Unidos.

Agora falando sobre o filme, Kim Jong-Un é o líder de uma nação socialista, a Coréia do Norte, mas fervoroso admirador da cultura capitalista. Aliás, é como dizem ser todos os outros ditadores nessa época contemporânea. No filme, Kim coleciona carros luxuosos e curte música pop americana. A mulher do ditador foi poupada no filme, mas na real todos sabem que ela curte produtos Christian Dior etc e tals. O apresentador do programa de entrevistas no filme tem uma frase que explica bem esse comportamento, "They hate us because they ain't us." - Eles nos odeiam porque não são como nós.

Aaron e Dave chegando na Coréia do Norte.

Na vibe de grande consumidor da cultura americana, o ditador também se revela fã do tal entrevistador das celebridades americanas, Dave Skylark. O grande líder socialista demonstra interesse em se encontrar com seu ídolo que então decide ir até a Coréia do Norte levando seu produtor e amigo Aaron Rappaport. Nessa hora aparecem os agentes da CIA com a brilhante idéia deles matarem o ditador logo no primeiro aperto de mão.

Depois de uns telefonemas e do encontro na vizinha comunista China, o produtor e  o apresentador finalmente chegam na Coréia do Norte. Eles pretendem fazer uma entevista que mudará a visão da mídia sobre suas carreiras não jornalísticas, ou seja, deixariam de ser meros entrevistadores de irrelevâncias. A partir desse momento aparecem cenários 3D e o personagem do ditador que controla até o corte de cabelo de seus povo.

Diz a lenda que os norte coreanos acreditam plenamente em tudo que o grande tirano diz. Inclusive no absurdo de ser capaz de falar com golfinhos e não ter necessidade de urinar ou defecar... nunca na vida! Por acaso, na vida real, esse poder também era atribuído ao pai de Kim. O pai de Kim Jong era também atribuído o poder de controlar o tempo como um Deus. 

Dave Skylark (James Franco) e Kim Jong-Un (Randal Park).

Na vida real, o ditador pai morreu em 2011 deixando o jovem de 29 anos com o encargo de governar o país. Na hipótese do filme, o déspota deixou o filho com um mega complexo de inferioridade que explicaria a constante necessidade de se auto-afirmar controlando todos os aspectos da vida de seu povo.

No filme existem menções ao jogador de basquete americano aposentado que ficou amigo de Kim após uma temporada na Coréia do Norte. Além da conhecida maquiagem que os países autoritários fazem para esconder a pobreza do país e às comparações da Coréia do Norte à terra de Mordor (terra do mal no filme Senhor dos Anéis). Estava tudo normal na história da comédia até que um guarda norte coreano arranca o dedo do produtor do programa de entrevistas com uma mordida. Nessa hora eu me ajeitei no sofá e pensei "ok, chegamos no ápice pastelão-terror de péssima qualidade".

Aaron sendo revistado pelos guardas do ditador.

As alfinetadas seguem e o filme mostra um líder emocionalmente fraco, mas atingem o ponto máximo no momento que os protagonistas explodem o helicóptero com o ditador Kim. Enfim, essa comédia mediana vai propiciar mais renda e dor de cabeça do que merece.

Você já assistiu o filme? Então conte para nós o que achou.



Outro filme com Seth Rogen? Veja aqui.

Outros filmes? Veja aqui.

dezembro 17, 2014

Os olhos são mesmo o espelho da alma? I origins.

Ainda sem data para lançamento no Brasil.

I Origins é uma ficção americana que joga com a ideia de ciência e senso comum. Lançada esse ano, o filme já ganhou premios e críticas sobre o fato de não ser "tão ciência assim". O fato é que a película deixa um belo espaço para interpretações sobre o universo simbólico e suas implicações na nossa vida.

Dr. Ian Gray é um cientista promissor que depois de esbarrar com a enigmática Sophie encontra um mundo delicioso e místico. Sua promissora carreira se abalada com subjetividades alegóricas da jovem, não fosse pela paixão e não fosse pela dor.

Alguns anos de dedicação às evidências teóricas, ele e a colega de laboratório se dão conta de que espiritualidade e ciência podem estar mais próximas do que imaginam.

Para os que preferem algo mais perto da ciência como ela realmente é, aconselho o filme Decoding Annie Parker. Este é um outro filme sobre os desdobramentos da ciência, mas não tem o mesmo glamour do primeiro. Decoding é baseado em fatos reais e como já disse em outras palavras, mostra a realidade (lenta e exata) da ciência.

E você é mais ciência "só com evidências" ou aceita um pouco de enigma?

novembro 05, 2014

Seu Jeans foi feito na China?

CHINA BLUE

Você sabe que a calça jeans que veste hoje foi costurada na China ou talvez nem isso se o importante para você é ela ter custado baratinho. Afinal você tem o direito de andar na moda pagando o mínimo possível, não interessando como.

Pois eu sugiro que você assista China Blue. Este é um documentário que nos coloca a pensar sobretudo nas relações de trabalho em países sociais democráticos. Clique na imagem para assistir a jornada de Jasmine que aos 16 anos se sente grata de trabalhar para ajudar os pais. Afinal eles sofreram muito para ter manter 2 filhos, ainda mais por ser uma menina.

Clique na imagem abaixo e boa viagem até as vísceras do socialismo selvagem.


Filme dirigido porMicha X. Peled
Produzido porMicha X. Peled
FotografiaMicha X. Peled
Editado porManuel Tsingaris
Duração86 minutos
PaísEstados Unidos

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Isabela: designer, especialista em tecidos automotivos, estudou design de produto e psicologia clínica, trabalha inclusive com análise de tendências de design e comportamento humano. Está morando fora do país e seguindo uma dieta sem-as-coisas-legais, por isso gosta de compartilhar as coisas interessantes que encontra pelo caminho.

maio 03, 2014

Histórias Cruzadas de discriminação no sul dos Estados Unidos

A belíssima Octavia Spencer.

Dicas do Sul dos Estados Unidos

8. Histórias Cruzadas é um filme que conta histórias do sul. (leia os outros tópicos aqui)

O filme de 2011, nome original The Help fala do racismo que os serviçais negros sofriam durante a época dos direitos civis nos Estados Unidos, em 1960. Mostra com clareza o contraste da vida das empregadas que mesmo sendo discriminadas diariamente ainda cuidavam com amor os filhos dos patrões racistas.


Até que uma dessas crianças se torna uma jornalista ousada e resolve escrever um livro delatando as condições de trabalho delas. Nessa hora a história vira uma comédia dramática que critica de maneira inteligente e engraçada esse pedaço triste e recente do passado americano.

Um dos tópicos dessa discussão tem a ver com o fato delas terem que usar o banheiro do lado de fora da casa, mesmo se estiver chovendo canivete. Entretanto, como diz um amigo de Portugal "a vingança é um prato que deve ser comido frio" e uma torta vai resolver o assunto. 

Então como minha intenção é deixar você curioso... Essa é a delícia que se torna motivo de riso entre as negras e de ódio entre as caucasianas da cidade.  Também recomendo o filme para pessoas que buscam auto-controle com doces ou chocolate, tanto faz.

Depois desse filme você nunca mais vai comer uma dessas,
pelo menos sem se lembrar da cena.



  • Data de lançamento: Agosto de 2011 (USA)


  • Diretor: Tate Taylor

  • Baseado no livro de: Kathryn Stockett


  • Quer saber mais sobre o sul dos Estados Unidos? Veja aqui.

  • Mais histórias de chocolate?

  • A fabulosa loja de chocolate M&M



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    Isabela: designer, especialista em tecidos automotivos, estudou psicologia clínica, trabalha inclusive com análise de tendências de design e comportamento humano. Está morando fora do país, por isso gosta de compartilhar as coisas interessantes que encontra pelo caminho.

  • fevereiro 18, 2014

    A final do Campeonato de Futebol Americano e as propagandas de carro.

    Para os entendidos no NFL, a Liga Nacional de Futebol a final do futebol americano dia 2 de fevereiro terminou com um jogo estranho. Pior para os Broncos que perderam, 43 a 8 para os Seahawks de Seattle.


    Como acontece no Brasil com o nosso futebol, o soccer, todo mundo assiste. Generalizando, é claro. Porque dizem que a maioria das mulheres assiste só os comerciais. Para provar que o comentário não é verdade, eu fiz uma seleção dos comerciais de marcas de automóveis que passaram nos intervalos do Super Bowl.















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    Isabela: designer, especialista em tecidos automotivos, estudou psicologia clínica, trabalha inclusive com análise de tendências de design e comportamento humano. Está morando fora do país, por isso gosta de compartilhar as coisas interessantes que encontra pelo caminho.