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junho 10, 2014

Descobrindo de que foi feito o produto que vai comprar.

Momento Matrix na vida da pessoa.

Esse aparelho vai servir para todos aqueles casos onde a gente lê uma coisa absurda, abstrata e delirante no rótulo do produto e fica se perguntando: _ Mel Deuz! O que será isso?

Este é um scaner de materiais com o qual nós vamos poder descobrir do que foram feitos os produtos que estamos comprando. Comidas, remédios, plantas, tudo! Quanto mais você escanear, mais informações serão absorvidas pela nuvem para serem usadas posteriormente na identificação de outros produtos por outras pessoas em outras partes do planeta.

Aviso: Qualquer semelhança com os filmes do futuro não é mera coincidência.

Funciona assim, você usa o produto super ultra tecno que é tipo um pequeno escaner para "ler" o que pretende comprar. Este enviará os dados para a nuvem (cloud) que vai checar e comparar com envios de outros usuários e banco de dados para te responder no celular o que foi encontrado. Claro que a interpretação ainda fica por conta do usuário. Isso significa continuar pesquisando sobre o que te faz bem e até quanto não te prejudica.

Um bom exemplo é medir os níveis de açúcares num suco engarrafado, o total calórico, água, corantes artificiais, etc. E será que o aparelhinho do futuro vai medir contaminação por animais intrusos também ou somente químicos? Coliformes fecais... será também? Vamos aguardar.

Enquanto isso, compras antecipadas pelo site: http://goo.gl/LrVoJO


Pode gostar também de:





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Isabela: designer, especialista em tecidos automotivos, estudou psicologia clínica, trabalha inclusive com análise de tendências de design e comportamento humano. Está morando fora do país, por isso gosta de compartilhar as coisas interessantes que encontra pelo caminho.

maio 12, 2014

Quer ver uma loja bem Brazil em São Paulo? Munny

English here.

Está indo para São Paulo e precisa de uma loja bem Brazil para mostrar aos amigos gringos que trabalham com moda? (Brazil com z porque é o que o gringo espera ver numa loja de moda no nosso país.)

Então vá na Munny no Shopping Pátio Paulista.

É uma marca divertida, brasileira, com estampas super legais exclusivas da Kalimo, coloridas, grandes. Dentro da loja até a música vai te fazer esquecer da época bossal que o país está vivendo.

Dia das Mães

Estampas brasileiríssimas.

Pingente de madeira cortado à laser com aplique de tecido.



Olha este porta-retrato!




Meu sonho agora é comprar aquela arara inteira.


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Isabela: designer, especialista em tecidos automotivos, estudou psicologia clínica, trabalha inclusive com análise de tendências de design e comportamento humano. Está morando fora do país, por isso gosta de compartilhar as coisas interessantes que encontra pelo caminho.

fevereiro 25, 2014

BloCão e Paleo Pet, tudo de bão!

No Brasil tem tanto carnaval que agora até Bloco Pet tem também!

Concentração do BloCão
Um legítimo hot dog.

Super Cão

O Rei Momo!

Desfile organizado e com segurança.

E foi assim, no BloCão da Animalle que nós ganhamos uma amostra grátis de ração super em dia com as tendências de alimentação saudável para bichos, humanos ou não.

70% de produtos de origem animal, 30% de frutas, minerais e vegetais.

Além de não ter trangênicos, coisa que a maioria tem, porque sempre usam milho, e milho hoje é sinônimo de geneticamente modificado : / Ela é grain-free (sem grãos) para resgatar a época em que carboidratos não faziam parte da dieta dos cachorros.

Os sabores são dignos de um menu gourmet - receita italiana!

- Cordeiro, blueberry e uva
- Frango e romã
- Peixe e laranja

As receitas têm também aloe vera, psyllium, curcuma e chá verde.

Dá uma olhada no site deles aqui.

Agora, se você quer ir mais ao alto da pirâmide dessa tendência, já existe também quem diga que a melhor alimentação para os nossos amigos de quatro patas é aquela que a gente faz em casa, com muito amor, carinho e dedicação. O site Cachorro Verde fala muito bem sobre isso inclusive com receitas.



Pensando bem, se para nossa saúde já está mais que certo que uma dieta cheia de alimentos industrializados e processados não é ideal, por que seria para os cãezinhos?

Acho que a maioria preferiria um prato fresquinho, com ingredientes selecionados.

Fala a verdade, numa hora dessas você bem que queria uma vida de cão!


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Valéria Carvalho: designer de produtos, trabalha no estúdio de design de uma montadora de automóveis há 5 anos (já?!?). Interessada em tendências, consumo consciente, semiótica, educação, e outras coisas que podem ajudar a melhorar o mundo.
ATENÇÃO
Todo o material escrito na seção ALERGIA tem somente a intenção de informar com referências. Você não deve de jeito algum deixar de conversar e comunicar seu médico sobre suas decisões de trocar ou parar de tomar qualquer remédio, suplemente ou começar a fazer qualquer tratamento. Por favor use o bom senso, faça sua própria pesquisa. Consulte seus especialistas quando resolver fazer alguma substituição que afete sua vida.

fevereiro 02, 2014

Futuro das comidas e da alimentação.

Fazendo o pedido no restaurante.

Terminou hoje um fórum de 5 dias, com 8 horas por dia sobre o Futuro da Nutrição. Na quinta assisti um webinar de 30 minutos com as últimas novidades em alimentos e alimentação e uma outra aula à distância de 1 hora sobre glúten, alergias e afins. Ou seja, estou plugada nas tendências do ramo. Uma das novidades do setor é uma mesa.

Oshi - restaurante japonês com mesas interativas.

Aqui você pode acompanhar o preparo do seu prato enquanto conversa com amigos. Fazer seu pedido e ligar para pedir um táxi no final do jantar também não serão problemas.

As mesas são feitas com LEDs feitas pela Interactive Restaurant Technology (IRT). A novidade que ainda não chegou nos Estados Unidos, está disponível no Chipre, uma ilha do Mar Mediterrâneo.


Mesa interativa, veja o menu digital ou selecione um jogo americano decorado. 


Menu digital, iterativo.
Detalhe de menu.
Assistindo o pessoal da cozinha preparando a iguaria.


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Isabela: designer, especialista em tecidos automotivos, estudou psicologia clínica, trabalha inclusive com análise de tendências de design e comportamento humano. Está morando fora do país, por isso gosta de compartilhar as coisas interessantes que encontra pelo caminho.

dezembro 07, 2013

A humanidade é mais inventiva hoje do que no passado.


As razões para fazer algo inovador são mais variadas do que se pensa e dinheiro é apenas uma das menores motivações para se criar uma novidade. A simples paixão é o que mais motiva um inventor.

Divergem os que pensam a respeito desta característica ser ou não inata. No Brasil, assim como Estados Unidos e Alemanha acredita-se que esta é uma qualidade que pode ser aprender ao longo da vida. Na China, Rússia e Córeia do Sul, ao contrário, pensam que essa é uma particularidade que trazemos desde o nascimento. Raciocínio que leva os chineses a chances menores ainda de serem grandes inventores, algo relacionado a este outro post. Num pensamento linear, sendo chinês, se você não nasceu com a semente criativa, azar o seu.

A genialidade é feita de 1% de imaginação e 99% de transpiração. Thomas Edison

Muitas discussões, poucas conclusões. Mas uma dedução que chegaram os pesquisadores é que crianças que tem raciocínio lógico tem mais chances de inventarem coisas. Outros atributos seriam: imaginação, curiosidade, persistência e facilidade em resolver problemas. Os traços menos favoráveis entretanto são arrogância, forte habilidade numérica e perspicácia.

O comportamento de um descobridor varia entre as diferentes culturas, ou seja influencia a maneira como lidamos com a criação de uma ideia inovadora. A cultura torna-se importante na preferência entre genialidade solitária ou em equipe. Por exemplo, na Alemanha 57% preferem criar sozinhos, enquanto na China 73% veem o esforço coletivo como algo mais poderoso.

A roda, a eletricidade e a internet são consideradas as invenções mais importantes do mundo.
Mas se você tem até 20 anos, com certeza, pensa que é o celular.

É possível relacionar o quanto os fatores externos influenciem na capacidade inventiva dos seres humanos. Vivendo no Brasil temos vários exemplos desses fatos. Pessoas muito criativas que nascem em lugares desfavoráveis terão mais dificuldades para se desenvolverem e, como consequência, também para inventar algo realmente novo. Por exemplo em países onde o sistema educacional é fraco (leia algo relativo ao assunto aqui neste post), onde faltam recursos, num país onde a economia é fraca, ou onde há poucas leis a respeito da propriedade intelectual.

Países que não se importam muito com a patente das suas descobertas sofrem nos dias de hoje. Me lembra a história do Japão ter patenteado o açaí. Perderam, é fato. Mas só depois de 4 anos de disputa judicial, onde o Ç parece ter sido uma peça significativa. Ganhamos pela complexidade de usarmos uma letra que não existe no japonês. Outro exemplo é a Apple que não deu a mínima pela patente do iphone no Brasil. (Para quê? É muito caro e eles são muito pobres.) Perdeu para a Gradiente que teve um produto com esse nome anos atrás, mas iam recorrer.

Decifrar quais, quando e onde serão as próximas inovações é um jogo para inocentes. Não se atreva! Fale, no máximo, de tendências que já é um bom risco. Pense que 20 anos atrás não havia internet e 60 anos atrás ninguém falava de DNA. Hoje temos 20% dos genes humanos patenteados (leia sobre isso neste post) e estamos decidindo se nossos filhos serão inventores ou não, com base nesses genes.

A próxima tendência? Leia aqui neste post.


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Isabela: designer, estudou psicologia clínica, especialista em tecidos automotivos, trabalha inclusive com análise de tendências de design e comportamento humano. Está morando fora do país, por isso gosta de compartilhar as coisas interessantes que encontra por ai.

dezembro 04, 2013

No futuro, um octóptero drone vai entregar sua compra online.

Octocóptero Drone fazendo uma entrega.

Quando a Amazon começou a vender livros usados de outras pessoas dentro do próprio site não faltaram críticas do tipo "não é bom para a empresa", "vai contra as regras de mercado", "está gerando lucro para outros". Agora, enquanto muitos copiam a ideia, a maior loja online do mundo se ocupa com as entregas no futuro.

Este era o site da Amazon em 1994, não dá para reconhecer.

A empresa, que se reinventa a cada dia, mudou o jeito que lemos e compramos, tem entrega aos domingos e vende de tudo. Tudo! Até mesmo produtos perecíveis como ovos, leite, frutas e verduras. Começaram a fazer isso em Seatle e em cinco anos expandiram para Los Angeles o chamado Amazon Fresh Delivery.


As ideias do fundador Jeff Bezos são pra lá de ambiciosas. Ele quer "vender de tudo para todo mundo". No Cyber Monday (na segunda-feira, depois do Black Friday) quando as lojas fazem liquidações online era esperada a venda de mais de 300 produtos por segundo no site Amazon.com.


Jeff Bezos

Não se precipite achando que ele é só um lunático capitalista com mania de grandeza. Jeff é um bilionário do mundo capitalista, um dos 12 homens mais ricos do planeta. Vende o kindle lucrando pouco para ganhar na compra de livros, por exemplo. Ele sabe que toda empresa tem começo, meio e fim, mas trabalha para que o final seja depois de sua morte.

Amazon Octocopter Drone

A grande novidade para daqui 5 anos será a entrega por robôs voadores. Octocópteros (octo+helicóptero) dirigidos por GPS, exclusivamente. Não tem pessoas controlando os pequenos voadores e por isso o projeto depende de liberação das autoridades americanas. Afinal ninguém quer o produto alheio caindo na sua cabeça durante uma dessas entrega expressas.



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Isabela: designer, estudou psicologia clínica, especialista em tecidos automotivos, trabalha inclusive com análise de tendências de design e comportamento humano. Está morando fora do país, por isso tem coisas interessantes para compartilhar.

dezembro 01, 2013

E Bazinga enganava os cientistas como Sheldon Cooper.

Poster Bazinga no ebay

Todos os nerds, geeks sabem que Bazinga é o bordão do personagem Sheldon Cooper na série de TV americana The Big Bang Theory para quando ele engana alguém. A cena mais legal é quando ele está na piscina de bolinhas fugindo do Leonard.



Poucos sabem que dois cientistas brasileiros chamaram de Bazinga uma abelha da região central do país... O.0  ãn?

Euglossa bazinga


Os biólogos André Nemésio da Federal de Uberlândia e Rafael R. Ferrari da UFMG disseram que o inseto os enganou tanto tempo que precisaram de um nome que representasse essa brincadeira. Eles contam que também queriam um nome popular para chamar atenção de muitas pessoas porque a abelhinha vive em um habitat ameaçado de extinção, o Cerrado brasileiro.

Consequentemente, Bazinga também é uma das poucas da sua espécie que sobraram no centro e norte do Mato Grosso. Euglossa ignita foi a primeira identificação que fizeram da verdinha que tem a língua maior que o próprio corpo. Ela é uma das abelhas de orquídeas e agora está famosa nos States como como Euglossa bazinga. Até o Jim Parsons sabe disso, enquanto você fica ai comendo mosca.



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Isabela: designer, estudou psicologia clínica, especialista em tecidos automotivos, trabalha inclusive com análise de tendências de design e comportamento humano. Está morando fora do país, por isso tem coisas interessantes para compartilhar.

novembro 30, 2013

Um futuro mais natural para você em 2014

Futuro Natural

Em São Paulo é possível encontrar todo tipo de gente, como falei aqui, mas também encontra-se de um tudo. Desde os produtos mais tenológicos até os mais bicho-grilos com direito as nuances entre um e outro.

O lugar que eu não deixo de ir quando estou no Brasil e super recomendo para o pessoal mais naturalista é o espaço Futuro Natural no Bairro Saúde na capital. Lá você encontra uma linha de higiene com pasta de dente, shampoo, desodorante e condicionador sem qualquer química nociva ao corpo. Aliás, esse é o lema deles.

Os sabonetes naturais feitos à mão são muito delicados e também não irritam peles sensíveis. Tem cheiros e formatos lindos. O que eu acho mais interessante é o de argila da Amazônia. Aliás preciso passar lá e comprar outro desse e outros kits de Natal com o de florzinhas.



Além dos produtos para cuidado e tratamento do corpo, a loja tem também produtos para  os que buscam uma alimentação alternativa. Por exemplo, é possível encontrar coisas raras de se ver no Brasil como o sal rosa do Hymalaia, o suco de cranberry, as goji berries, óleo de coco, farinha de maracujá, agave, leite de arroz e muito mais.




E se você acha que vai ser impossível ir até lá por causa do trânsito de fim de ano (concordo!), lembre-se que fica perto do metrô. Também enviam pelo correio (minha opção), encomendas via site.




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Isabela: designer, estudou psicologia clínica, especialista em tecidos automotivos, trabalha inclusive com análise de tendências de design e comportamento humano. Está morando fora do país, por isso tem coisas interessantes para compartilhar.

novembro 25, 2013

Não tenho nada a perder ou ganhar, então sigo minha intuição.

English here.
"Fucked up, I have nothing to gain nothing to lose." Jonathan Adler

Antes de qualquer coisa, preciso dizer algo sobre essa frase. Tenho medo de falar coisas desse tipo e pessoas entenderem: "Legal, vou fazer o que der na cabeça e fodam-se os outros." E a cabeça desse sujeito é simplesmente um calor de esterco, mas me lembrei que esses caras não leem esse blog, ufa!

Voltando ao assunto, não é isso que Jonathan Adler quer dizer com sua frase. Ele tinha 26 anos, gostava de fazer cerâmica, mas diziam que nem nisso ele era bom. Não conseguia parar em nenhum emprego e não tinha qualquer perspectiva de trabalho ou carreira. Foi quando ele disse o "foda-se, não tenho nada a ganhar nem a peder." e foi fazer potes de cerâmica.




É provável que a ação depois da constatação tenha sido mais importante que as peças de cerâmica que ele fez no início, pois assim é todo o começo de algo. Ainda que genial, o princípio é algo composto de grande potencial e... só! É o famoso 1% da inovação. A ação ou atitude da pessoa é que vai decidir onde vai chegar com a ideia.



Então ele resolveu usar a criatividade e fazer tudo o que tivesse vontade. Desde potes comuns até almofadas, sem nenhuma estratégia de negócio, nem planejamento, mas seguido seu coração. A história provou que esse era um bom coração a se seguir.



No começo de sua vida, como vários adolescentes, não era bom aluno, não gostava das matérias, exceto a tal cerâmica. Já adulto era demitido por ser ruim e/ou por dormir com várias pessoas na empresa, inclusive com seu chefe. Quando terminou a faculdade, perguntou para a professora de cerâmica se ela achava que ele deveria fazer algo naquele ramo. "Não, você é ruim!" - foi a resposta.



Já ouvi pessoas falando: "Se não fosse isso ele não ido em frente". É uma opinião discutível. Sei que algumas personalidades se beneficiam com comentários do tipo e se esforçam, vão além. Outros, como Jonathan, apertam o "foda-se" e seguem suas ideias, sem mais nem menos esforço. E tem aqueles que deixam de acreditar em sim por causa de comentários infelizes. Como saber? É possível ter uma noção reparando como o jovem reaje às críticas em geral, quais são as inteções dele e o que você ganha (ou perde) se ele se der bem. 


Para encurtar o post, hoje ele não faz somente cerâmicas ou almofadas; faz design de interiores e escreve livros sobre tudo isso. Quando abriu sua primeira boutique em Manhattan não imaginava que um dia teria 26 lojas espalhadas pelo mundo e muitos empregados dependendo das decisões diárias dele. Veja a loja virtual dele aqui.

O que eu gosto nos objetos que ele faz? A influência da Arte Moderna e Pop.

Que mais? O estilo "não-feminino" que ele imprimiu na decoração.

Tudo nesse ambiente é da loja dele. A banana dourada... um tirada e tanto.

Essas peças de madeira fazem parte da nova coleção.

Um chifre de metal no meio da sala? Precisa muito estilo para ter um desses.

Animais modernistas, sejam vasos ou não.

Essa coleção de chá, café é o máximo!

Borrachas gigantes, por que não?

Esse é Jonathan Adler.


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Isabela: designer, estudou psicologia clínica, especialista em tecidos automotivos, trabalha inclusive com análise de tendências de design e comportamento humano. Está morando fora do país, por isso gosta de compartilhar as coisas interessantes que encontra por ai.