outubro 06, 2017

Meu celular

Por Elisabeth Santos



Na história tecnológica ficará para sempre gravado o avanço que representou para o conforto das pessoas o telefone celular. Se haverá uma página para relembrar dos sufocos que ainda enfrenta-se no século XXI... não se sabe. O mais provável é, que no futuro, só exista espaço para os dois pontos e uma lista de etapas mais ou menos assim: celular tijolão, tijolinho, multi funções, micro celular e o implantado na cabeça das pessoas. Nas crônicas literárias da época sim serão pesquisados fatos difíceis de acreditar que pudessem estar acontecendo em 2013, numa cidade evoluída de 2.000.000 de habitantes, localizada na região mais desenvolvida do Brasil.

A comunicação da telefonia móvel depende de torres das operadoras do serviço muito bem pago posto que inadequado para as populações mais distantes de serviços básicos. Isto está claro. Então não basta um oi ou olá, mas estar vivo na cobrança do custo benefício tim-tim por tim-tim.

Pelo noticiário da TV sabe-se de lugarejos onde se faz necessário subir no muro do quintal para comunicar-se via celular. Em várias outras localidades sobe-se, na escada, na laje ou numa árvore. Subir no sofá, alcançar-se a janela aberta do apartamento do nono andar é bem arriscado, mas por vezes, essencial.

Já que o técnico chamado a reativar o sinal do telefone fixo era da mesma operadora do telefone móvel, foi testada através de amostra estatística domiciliar, a viabilidade dos moradores daquelas alturas do prédio poder contar com DD, DDD ou DDI.

Compareceu ao endereço depois de insistentes solicitações efetuadas de dentro do carro nas longas horas de engarrafamento o mais competente, atencioso e educado dos funcionários. O diálogo a seguir foi se desenrolando:

_ Vim solucionar o problema de um telefone fixo que ora se encontra surdo mudo.

_Queira entrar, por favor. O aparelho em questão é o que está fixo na parede, ao lado do interfone a manter-nos em contato com o porteiro físico.

Passados alguns minutos:

_ Agora está funcionando conforme poderá constatar. Por favor, queira assinar para mim esta ordem de serviço realizado.

E depois de verificado e assinado, a solicitante delicadamente sugeriu ao técnico que diagnosticasse também seu “celular/fixo” na janela, ao que ele atendeu prontamente.
_É... realmente não dá sinal algum...

_Moço, não basta estar próximo da janela aberta com o celular ligado ao alcance do ouvido. É preciso estar com a cabeça pro lado de fora.

_Puxa! Todo este risco?

_Sim. Desta maneira, tentando contatos com meus clientes, já perdi...

_Chamadas?

_Não. Perdi alguns celulares esborrachados lá em baixo.

_O risco é maior que o benefício pelo que vejo. Já tentou o orelhão da esquina?

_Diversas vezes. Quando está inteiro até que me serve bem.

_Bem... agora entendo porque minha operadora recebe tantas reclamações, e é campeã de queixas no serviço de defesa do consumidor. Poderíamos resolver o caos assim: “desfixar” o telefone fixo da parede; botar este fixo no lixo (ou no “líquiço”). Fixar o telefone móvel na grade da janela, ao ar livre. Utilizar o orelhão da Padaria do outro lado da rua para evitar torcicolo conversando sentado no encosto do sofá com a cabeça para fora da janela. Aguardar chamadas pelo fone móvel “fixo na janela” respondendo monossilabicamente; responder torpedos (que teria que ser com ambas as mãos) através do batuque de um tambor de longo alcance seguro entre os joelhos evitando maiores danos no caso de queda do instrumento, e...

_ Esquecer a modernidade.

_ É isto!





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Elisabeth Carvalho Santos desde alfabetizada lê tudo que aparece à sua volta. Depois de aposentada professora (não de Português) resolveu escrever. Colabora com o jornalzinho da família, participa de concurso cultural e coleciona seus textos para publicar oportunamente. Os assuntos brotam de suas observações, das conversas com amigos e são temperados com pitadas de imaginação e bom humor. Costuma afirmar que "escrever é um trabalho prazeroso e/ou um lazer trabalhoso que todo alfabetizado deveria experimentar algum dia".

outubro 02, 2017

Jabuticaba, taking care of a bonsai.

 Curious and fun facts about Brazil


This tree is in located in the Serra Negra Farm Fanpage here.



Last weekend I was invited to see my neighbor's bonsais. For my surprise he has one jabuticaba tree (jabuticabeira) among many other beautiful plants. Each one was perfectly prune and placed in handcrafted pots.

Although he was very proud of showing me his beautiful "jabuticabeira", he couldn't stop talking about his frustration of not having seeing any flower or fruit since he bought it, 10 years ago.

So, as Brazilian who was born and raised in Minas - one of the states where you see the most jabuticabeiras in the country - I left his garden decided to help. I didn't have a jabuticabeira where I used to live, neither I know how to make bonsais. So, the best way for me to help him is finding a good Brazilian bonsai website where I could read more about this intriguing plant.

All that said, I spend a few hours to find reliable information to translate to my friend, and that's what I'll post in here today.

Buckle it up, and let's go!


This tree is in located in the Serra Negra Farm Fanpage here.

The basics about jabuticaba you might already know...

Note: Although the correct spelling is jabOticaba, the popular name you'll find more information is jabUticaba.

Transplant – annually
Minimum sunlight a day – 4 hours
When to start framing – Spring


How long (framing) – 2/3 months (easily makes scars from framing) 
Don’t like shallow pots, but it's fine with cold winds
Leaves are always green
Grow fast, loves heat

Max height (tree) 49 ft, it could live for 100 years

It’s a tree from Brazil (Sao Paulo and Minas Gerais states) - It has the sweetest fruits we know. They are small black balls and they grow attached to the trunk and branches. Its trunk has a beautiful peeling effect.


It's the end of Winter in Brazil (August/September) and the Jabuticabeira's trunk is full of white, delicate flowers.
Photo from my parents backyard in Minas Gerais you see better here.

Sunlight
The jabuticaba tree is sensitive to cold, and it has low grow in low temperatures.
We should protect it from the wind if the temperature is below 50F.
During spring we should let it get direct sunlight, usually before 10am or after 4pm. It can be done if you have a porch, or under other trees. Sunlight is a must for its flowers and fruits.

Water
There are two things we need to know before we water a jabuticaba bonsai: how and how often.
Watering a bonsai is watering all the soil that's inside the pot. Place water over the top of the surface until it begins to come out from under the holes in the pot.
During warm day one can also wet the crown and the branches.
The frequency will depend mainly on the size of the pot and the weather such as temperature and humidity of the air. Usually pots up to 11” in length and / or very shallow vessels should be watered every day when the air humidity is low and the temperature above 68° F.
Beware of extremes: On hot days (above 89° F) we recommend water twice a day. On very cold days (below 59° F) water every two days.
Pots larger than 11”, usually need less frequent water, but be very careful, usually a bonsai does not remain more than two days without water.
Trees in the general DO NOT like a lot of moisture on their roots. Therefore we should generally water the bonsai only when the potting soil is almost dry.
Our  "constant observation" of both the climate and the humidity of the earth is worth a lot. Checking the soil moisture can be done easily by touching the earth with your fingers.
Vaporization of the leaves is only necessary when the air humidity is low. In this situation it is convenient that we make a light vaporization only on the leaves preferably the shade with drinking water, at least three times a day. Another important function of Vaporization is when done on thin roots exposed in certain particular styles (example "Root Exposed", "Root on Stone" and others). It is also important in moss cultivation that, if used, should not occupy more than half the surface of the bonsai land, so that it can "breathe". Moss should be sprayed lightly about three times a day without the bonsai soil becoming moist.
From spring to autumn the growth of Jabuticaba tree is very intense and this makes the consumption of water in this period abundant. In winter consumption is moderate. Jabuticaba tree likes soggy soils, but only in summer. Constant humidity in the trunk and roots favors the appearance of fungi (White Powder), these can even cause their death if they are not treated. To avoid problems with high humidity, outside the summer, it is recommended to wet its soil only when it is already dry.

End of September, the beginning of the Brazilian Spring and we start see its fruits.
Yes, they are vivid green before they turn deep purple, almost black. When they are black, they are ready for you!
This tree is in located in the Serra Negra Farm Fanpage here.

Fertilizer
Plants feed on the nutritive salts they extract from the soil. As bonsai live in small pots, the tree can consume all the nutrients of the soil after a time, we will have to go replacing these nutrients with fertilizers. It is necessary to fertilize mainly in the times of great growth of the plants and this fertilization must be done without exaggeration. It is much better to fertilize in small amounts more frequently than to do so sporadically in large quantities. We recommend the use of products of excellent origin and with clear instructions of use.
For beginners we suggest a very simple fertilization using castor cake and bone meal, which are easily found in grocery stores. These can always be used separately every other month, ie if you use one in *January* (Brazil winter), I will use bone meal in March. So we will have 6 applications per year.
Always use recommended dosages. If there is no dosage indication for bonsai use half the recommended dose for small pots. Use only good quality products from specialized stores. Always follow a professional orientation.
In periods of growth (when it is sprouting a lot) it tolerates and requires some type of fertilizer. The most indicated fertilizers are the organic ones rich in Phosphorus (P), and can be liquid fertilizers by foliar route or solids in the earth. As a suggestion, choose trace amounts of N-P-K (Nitrogen - Phosphorus - Potassium) in the order of 04-14-08. Don’t forget the micro nutrients as (Ca {Calcium}, Mg {Magnesium}, S {Sulfur}, B {Boro}, Cl, Cu, Co, Fe, etc) are also required. Don’t use fertilizers within one month after transplant. Best times for fertilizing the Jabuticaba tree is spring. Never nurse diseased or newly transplanted plants. 
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Their suggestion of fertilization agenda for the Jabuticabeira:



Transplantation
Pot Transformation (Transplantation):  In the natural development of the trees the roots grow in search of water, air and food. The roots of a bonsai grow and can occupy the entire space of the pot, slowly expelling the soil that existed there. Therefore periodically we must reduce the root volume inside the vessel by pruning. In this same process we also take advantage of the fact that we can change part of the soil that no longer offers all the characteristics for a good development of the plant. Jabuticabeira needs a soil with good drainage. The recommended mixture is 40% sifted sand (2 to 5 mm) and 40% industrial soil conditioner and 20% refractory clay of good sifted origin (2 to 5 mm). In the exchange of land, prune at most 50% of the roots. Jabuticabeira soil must be changed annually or every two years, usually in early spring when it begins its intense budding. Never nurse diseased or newly transplanted plants. To get a detailed how to do the land exchange click on: Learn more about Transplantation.


This tree is in located in the Serra Negra Farm Fanpage here.

Pruning
Bonsai Art seeks, as inspiration, to seek forms existing in nature. This search takes us to a rich spectrum of textures, shapes and colors, making our hobby one of the most interesting and creative. The purpose of bonsai (vase tree) practice is not just to keep them alive and healthy, but increasingly beautiful. For this it is necessary to make regular pruning to maintain the form of "mini tree". Pruning is stylizing the formation of a tree. With the pruning, we eliminate the branches that leave the silhouette of the bonsai, branches defective, dry or unnecessary. For pruning we must use appropriate tools such as sharp scissors. For larger concave-cut pliers, they make clean, precise cuts and easy healing. When pruning wounds are large in size (larger than the size of a cigarette's diameter) it is convenient to cover them with sealing paste to ensure their perfect healing. You can use egg white or PVA ink.
Jabuticabeira pruning can be easily done with sharp scissors by cutting the twigs that leave the unwanted area of ​​the trunk or canopy, whose best shape is the shape of the triangular canopy. The most drastic Pruning should be done at the end of winter. The Jabuticabeira sprouts easily in old wood and it does very well there. Cleaning dried leaves is very important. Cutting new shoots that appear near new roots or branches are also desirable, they are in competition with existing larger branches. One can prune several times a year, but during winter to keep its original shape.




See the first post about jabuticaba below.



Want to know more curious facts about Brazil? Go here and scroll down the mouse.

Brazil: Tipping & Etiquette

setembro 29, 2017

Bamboleando

Por Elisabeth Santos

Quem acha que idoso só sabe falar do passado, se engana. Gostar ele até gosta muito de recordar momentos de outrora, mas vive o momento presente, usa alguns aparelhos da atualidade, opina sobre o que está na mídia, sem deixar de fazer certas comparações.

_ No meu tempo...

Vovô ia começar a frase, mas foi cortado pelo neto:

_ Que isto vô? O senhor ainda está no seu tempo, se está aqui agora ainda vive um tempo que é seu!

E é assim que o idoso percebe ser capaz de decidir como deseja curtir sua vida embora as limitações impostas pela idade.

E o passarinho canta lá no alto do poste: bem te vi; bem te vi!

Ouve-se o comentário de um dos idosos do grupo que peleja no horário da Ginástica:

_ E pensar que já acreditei ser o “Bem te vi” o dedo duro a denunciar minhas artes e mentiras de criança... Os adultos punham medo na gente: _ Este pássaro está afirmando que o viu aprontando alguma. Se você mentir, aquele passarinho que tem tesoura no rabo virá aqui cortar sua língua.

_ No meu caso, era diferente _ Comentava a colega _se correndo para não receber castigo pelo mal feito, a gente tropeçava e caía, o adulto em questão afirmava que estaríamos caindo no próprio inferno.

_ Lá em casa nenhum arteiro escapava do puxão de orelha bem dado, do castigo no canto da sala, ou até da vara de marmelo_ era outro comentário.

Vara de marmeleiro, ou de amoreira, tanto faz como tanto fez, está no livro bíblico dos Provérbios: “o pai que poupa a vara na disciplina do filho, não o ama de verdade.”

E a aula de ginástica para alunos da Terceira Idade prosseguia animada com ioiô, peteca, bola e bambolê.

Comentário de quem viveu na roça, sem brinquedo:

_ E nós que nem tivemos tempo para essas brincadeiras todas, aproveitemos agora. Vamos bambolear!


Bamboleando, 2005 por Sandra Guinle





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Elisabeth Carvalho Santos desde alfabetizada lê tudo que aparece à sua volta. Depois de aposentada professora (não de Português) resolveu escrever. Colabora com o jornalzinho da família, participa de concurso cultural e coleciona seus textos para publicar oportunamente. Os assuntos brotam de suas observações, das conversas com amigos e são temperados com pitadas de imaginação e bom humor. Costuma afirmar que "escrever é um trabalho prazeroso e/ou um lazer trabalhoso que todo alfabetizado deveria experimentar algum dia".

setembro 22, 2017

Cemitério de pipas


Por Elisabeth Santos
Para onde vai a pipa da criançada quando não agarra no fio de eletricidade do poste?

Se vai cambaleando e pousa no chão, é achada e devolvida ao voo livre pelo céu aberto.

Se dois, ou mais, empinadores de pipas brigam pela posse daquela que fez pouso forçado em território desconhecido... pode ser que o brinquedo seja rasgado ao meio. Assim sendo, nem para um, nem para outro.

Que bons ventos levem bem longe as pipas, trazendo-as de volta aos seus legítimos donos, manobradores de linhas e carretilhas! Porque... caindo em meu quintal... poderão permanecer lá onde ninguém vai tirar: no alto das árvores.

Melhor pegar rápido o material e fazer outra, aproveitando a linha que não se perde totalmente.

Bola é brinquedo para equipe. Nas férias escolares, aparece uma aqui, outra ali, nos canteiros do meu jardim, e cada vez é uma criança que vem buscar a bola, para dar continuidade ao jogo.

Pipa (arraia ou papagaio) é brinquedo individual, para tempo seco, e ventania. Às vezes a criança pede para procurar sua pipa em minha propriedade. Sai agradecida e feliz ao achar. Para mim pode ser um simples pedaço de papel, com rabiola, e linha. Para ela é bem mais importante.


Por isso, quando olho as copas das árvores, e vejo o que restou daquelas obras de arte infantis comparo com um cemitério. Aquilo que teve vida um dia, mesmo que emprestada, descansa na paz da folhagem. As de papel fininho deixaram apenas uma estrutura de varetas de bambu; as de plástico, denunciam sua última morada, brilhando à luz do sol, gotejando quando chuvisca; as agonizantes deixam de lembrança uma palavra, letra, cor do time do coração e até logomarca de um país desconhecido...





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Elisabeth Carvalho Santos desde alfabetizada lê tudo que aparece à sua volta. Depois de aposentada professora (não de Português) resolveu escrever. Colabora com o jornalzinho da família, participa de concurso cultural e coleciona seus textos para publicar oportunamente. Os assuntos brotam de suas observações, das conversas com amigos e são temperados com pitadas de imaginação e bom humor. Costuma afirmar que "escrever é um trabalho prazeroso e/ou um lazer trabalhoso que todo alfabetizado deveria experimentar algum dia".

setembro 15, 2017

Histórias sem fim

Por Elisabeth Santos
Arte em vidro nas ruas de Asheville na Carolina do Norte.

Primeira:

_ Um homem pode ser na vida, civil ou militar. Se ele for civil, não acontece nada, mas se ele for militar podem acontecer duas coisas: Ele ir pra guerra, ou não ir pra guerra. Se ele não for pra guerra, não acontece nada. Se ele for pra guerra podem acontecer duas coisas: Ele morrer ou não morrer. Se ele morrer, não acontece nada. Se ele não morrer podem acontecer duas coisas: Ele casar ou não casar. Se ele não casar não acontece nada. Se ele casar podem acontecer duas coisas: Ele ser pai ou não ser pai. Se ele não for pai de mulher, não acontece nada. Se ele for pai de homem podem acontecer duas coisas:

O homem pode ser civil ou militar. Se ele for civil, não acontece nada. Se ele for militar podem acontecer duas coisas: Ele ir pra guerra ou não ir pra guerra...

...

Segunda:

_ Era uma vez um gato xadrez, pulou a janela da Rua Três. Quer que eu conte outra vez?

...

Terceira:

_ Era uma vez dois amigos: “Conta Menos” e “Conta Mais”. “Conta Menos” foi viajar. Quem ficou?

_ “Conta Mais!”

_ Era uma vez...  

...

Quarta:

_ Um elefante amola muito a gente, dois elefantes amolam, amolam muito mais. Três elefantes amolam muito a gente, quatro elefantes amolam, amolam, amolam, amolam muito mais...

...

Esta quarta história é sim uma história sem fim, pois números são  infinitos.

A terceira história terá um fim quando o “Conta Menos” voltar da sua viagem.

A segunda história irá acabar quando o gato Xadrez cansar de pular a janela da Rua Três.

Quanto à primeira “história sem fim” aqui lembrada... teve seu fim, quando o terrorismo resolveu guerrear contra o Homem civil.




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Elisabeth Carvalho Santos desde alfabetizada lê tudo que aparece à sua volta. Depois de aposentada professora (não de Português) resolveu escrever. Colabora com o jornalzinho da família, participa de concurso cultural e coleciona seus textos para publicar oportunamente. Os assuntos brotam de suas observações, das conversas com amigos e são temperados com pitadas de imaginação e bom humor. Costuma afirmar que "escrever é um trabalho prazeroso e/ou um lazer trabalhoso que todo alfabetizado deveria experimentar algum dia".

setembro 08, 2017

Nova Iorque

Por Elisabeth Santos

Olha aí a Beth ao lado do Charging Bull em Nova Iorque.

Nova York é um verdadeiro parque de diversões para todos os tipos de pessoas, em qualquer idade, com o tanto de dólares que tiver no bolso.

Você pode passear no Central Park, apreciar a natureza, divertir-se, fazer piquenique, e descansar das caminhadas ali mesmo, antes de prosseguir conhecendo a cidade mais cosmopolita do mundo.

Existem artistas de rua fazendo pinturas mágicas; tocando instrumentos musicais exóticos; cantando com a voz daquele famoso. Há os vendedores de bolsas, e todos acessórios que vão transformá-lo em um nova-iorquino da hora.

Numa tarde de primavera ao lado do rio Hudson em Nova Iorque.

Pode ser que o turista aprecie uma vista geral de tudo (ou quase tudo) que existe por lá. É só embarcar num ônibus panorâmico, com guia turístico e curtir. Existem roteiros curiosos, interessantes ou próprios para quem planejou descer em tal lugar, embarcar novamente, e ir indo, vendo, comprando etc. e tal.

Aqui o prédio do Donald Trump; ali onde a viúva de John Lennon morou; acolá a Marilyn Monroe cantou bem alto “Parabéns a você” no dia do aniversário de JFK.

Olhem o prédio do Museu de História Natural; o Internacional; o Moma; a Broadway e toda sua programação...

Numa exposição do Moma em Nova Iorque.

Observem as várias ruas eternizadas em filmes.

Aos interessados na boa mesa não vão faltar opções: The Harolds; Jo Jo Restaurant; Sabbia on the Roof; Birreria Eat Italy; Craft Bar New York (comida americana contemporânea); Hard Rock Cafe NY, e mais a variedade que o mundo tem em boa alimentação. Está tudo lá, nos aguardando!

Comemorem a vida com bolos, tortas e doces do Carlo’s Bakery enquanto podem. São inigualáveis!



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Elisabeth Carvalho Santos desde alfabetizada lê tudo que aparece à sua volta. Depois de aposentada professora (não de Português) resolveu escrever. Colabora com o jornalzinho da família, participa de concurso cultural e coleciona seus textos para publicar oportunamente. Os assuntos brotam de suas observações, das conversas com amigos e são temperados com pitadas de imaginação e bom humor. Costuma afirmar que "escrever é um trabalho prazeroso e/ou um lazer trabalhoso que todo alfabetizado deveria experimentar algum dia".